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Domingo, Agosto 1, 2021

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Vila de Rei | Município entrega Cabazes de Natal a famílias carenciadas

A Câmara Municipal de Vila de Rei voltou a assinalar a época natalícia com a entrega de Cabazes de Natal às famílias mais carenciadas do Concelho. No total, foram entregues 30 cabazes de Natal, abrangendo 72 pessoas (38 adultos e 34 crianças). A seleção das famílias foi feita pelo gabinete de Ação Social e Saúde da Autarquia de Vila de Rei, através de critérios que tiveram em conta as condições de vulnerabilidade económica, o maior número de elementos do agregado familiar e a situação de empregabilidade dos seus membros.

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Em nota de imprensa, a autarquia que assinala o centro geodésico de Portugal refere que, “apesar de, no ano de 2016, não ter existido apoio por parte da Segurança Social para a entrega de alimentos, o Município de Vila de Rei realizou um investimento maior para conseguir proporcionar um Natal mais digno aos agregados familiares mais carenciados do Concelho”.

Presente na entrega dos cabazes, o vice-presidente da Autarquia, Paulo César Luís, afirmou que “o município de Vila de Rei orgulha-se de realizar, há já vários anos, este gesto que, através da entrega de alguns bens de primeira necessidade, vai permitir que as famílias Vilarregenses mais carenciados possam, numa época que se quer festiva e alegre, desfrutar de um Natal com as melhores condições possíveis.”

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“O Município de Vila de Rei deixa ainda um especial agradecimento ao donativo particular oferecido pelo Sr. Nuno Silva e pela Sra. Carla Batista, bem como a todos os Vilarregenses que contribuíram para a campanha de recolha de alimentos que teve lugar durante a Quinzena do Teatro Solidário de Vila de Rei”, pode ler-se na mesma nota.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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