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Quinta-feira, Setembro 23, 2021

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Vila de Rei | Município apela à população sobre identificação do percevejo asiático

O município de Vila de Rei, no seguimento do alerta transmitido pela Faculdade de Ciências e Tecnologias da Universidade de Coimbra (FCTUC), apela à população para “uma especial atenção na possível identificação” do percevejo asiático, inseto que tem vindo já a invadir diversos países europeus e que se crê poder vir a ser uma potencial praga agrícola em Portugal.

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Os investigadores da FCTUC adiantam que se trata de um “inseto problemático” que, “com certeza”, vai incluir Portugal na “já longa lista de países invadidos”.

Poderá assim vir a tratar-se de mais uma praga agrícola no país, tratando-se de um inseto picador-sugador capaz de se alimentar de mais de 300 espécies de plantas nas suas diferentes estruturas (frutos, folhas ou rebentos), incluindo inúmeras plantas de interesse agrícola.

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As culturas agrícolas de tomate, milho, pêra, uva e laranja, tão relevantes no contexto nacional, poderão vir a ser severamente afetadas, sem que haja ainda uma eficaz forma de controlo.

A nível de saúde pública, o percevejo asiático procura por abrigo nos meses mais frios (entre dezembro e março) em casas e barracões, levando consigo uma elevada concentração de organismos – na ordem dos milhares de insetos – agravada pela libertação de odores nefastos quando perturbados.

A FLOWer Lab, entidade responsável pela produção dos materiais de divulgação e pela identificação de avistamentos suspeitos, afirma que “o clima favorável em Portugal, a rápida progressão observada e os danos agrícolas e de saúde pública com difícil combate – a que se junta a interseção verificada em Portugal no início do ano, no concelho de Pombal – torna imperativo trazer o conhecimento ao público e assim tentar evitar uma expansão silenciosa.”

Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres, onde não falta a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Viciada no verbo Ir, nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... também por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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