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Terça-feira, Novembro 30, 2021

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Vila de Rei | Fazedores da Mudança promovem tertúlia sobre futuro da floresta

A Associação Fazedores da Mudança, em parceria com o município de Vila de Rei organizou uma palestra na Biblioteca Municipal José Cardoso Pires na tarde de sábado, 28 de outubro. O tema da tertúlia foi Pessoas, Floresta e Sustentabilidade Financeira. O que podemos fazer?, e para este encontro foram convidados oito oradores de diversas áreas florestais e dirigentes associativos, entre outros.

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Entre eles estavam Teresa Branco da FlorZezere, Sérgio Francisco (Presidente da Junta de Freguesia de Vila de Rei), Anibal Quinta (Associação Refúgios de Pedra / Casal de São Simão) e José Santos (Associação de Vale das Casas e Água Formosa), que falaram sobre o sub tema Aldeias, um bem comum: Como podemos em conjunto proteger?”.

Aníbal Quinta falou sobre o seu projeto na aldeia de xisto de Casal de São Simão dizendo que “juntámos várias pessoas e fizemos algo de bom dentro da lei, e vamos neste momento numa terceira ou quarta fase do projeto já. Este projeto irá estar brevemente disponível na internet para que possa servir de exemplo para outras pessoas.”.

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Por sua vez, Sérgio Francisco, Presidente da Junta de Freguesia de Vila de Rei, falou numa “Vila que tem tudo o que podemos querer para atrair pessoas, excepto trabalho. Mas o trabalho pode estar a 40, 50 ou 60 km, como Castelo Branco ou Coimbra…”, exemplificou.

Na segunda parte do encontro participaram os oradores João Fernandes, em representação do Município de Mação, Bruno Cardoso, em representação do Município de Vila de Rei, Fernanda Rodrigues, da Associação Raiz Permanente (Pedrogão Grande) e José Mateus, da Rede Reflorestar Portugal, que abordaram o tema “Cuidar da Floresta para as gerações futuras e gerar rendimentos: como compatibilizar?”

Enquanto lado João Fernandes falou do que tem e faz relativamente a incêndios, prevenção e ordenamento o Município de Mação, Bruno Cardoso evidenciou algumas espécies invasoras da floresta.

José Mateus, da Rede Reflorestar Portugal deixou claro que “o essencial seria não fazer reflorestação só de pinheiros, ou só de eucaliptos. Fazer algo misturado, ou seja, misturar pinheiro, com medronheiro, entre outros, para que possamos obter retorno financeiro ao longo dos anos e não de tantos em tantos anos, como tem acontecido.”

Para terminar, Fernanda Rodrigues da Associação Raiz Permanente referiu que viveu “momentos de terror com chamas por todos os lados em Pedrogão Grande. Temos de cada um olhar para o nosso terreno e pensar primeiro em regenerar o solo e só depois na reflorestação.”

No final desta sessão algumas dúvidas foram esclarecidas, outras ficaram por esclarecer devido ao pouco tempo para se abordar este tema, onde marcaram presença cerca de 60 pessoas.

Paula Alves, presidente da Associação Fazedores da Mudança, deixou no ar a possibilidade de um novo encontro para se continuar o tema e se falar de temas como a pastorícia, alimentação animal, entre outros temas ligados ao fenómeno dos incêndios e fez um resumo desta sessão de trabalho em Vila de Rei:

Bruno Cardoso também fez a sua leitura desta sessão de trabalho:

 

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