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Vila de Rei com orçamento de 8,7ME aposta nas funções económicas e sociais (c/ÁUDIO)

A Assembleia Municipal de Vila de Rei aprovou por maioria um orçamento de 8,7 milhões de euros (ME) para este ano, mais 600 mil euros do que em 2020, documento com especial enfoque no desenvolvimento económico e funções sociais. Nas principais obras para 2021 inclui-se a ampliação da Zona Industrial do Souto e a construção de uma biorrefinaria.

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Em declarações ao mediotejo.net, o presidente da Câmara Municipal de Vila de Rei, Ricardo Aires (PSD), disse hoje que no orçamento deste ano “as funções económicas vão aumentar, uma vez que haverá mais obra devido a vários avisos comunitários só agora terem chegado”, tendo feito notar que, “apesar do aumento de obra física”, o orçamento “não descura o social”.

Neste campo, o autarca disse que “o combate à desertificação e a aposta na fixação de pessoas” passa por “investir em criar condições para a captação de empresas, para que as mesmas permitam gerar emprego, captar e fixar pessoas, além de criarem riqueza”.

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ÁUDIO: RICARDO AIRES, PRESIDENTE CM VILA DE REI:

Nas principais obras para 2021 inclui-se a ampliação da Zona Industrial do Souto e a construção de uma biorrefinaria, espelhando a aposta nas funções económicas (56,65%), designadamente nos transportes, vias de comunicação, turismo, indústria e energia, a que se seguem as funções sociais (35,01%), a “bandeira” do município de Vila de Rei, designadamente na educação, saúde, ação social, habitação, serviços coletivos, cultura e desporto.

Quanto às funções económicas, segundo o autarca, o município pretende continuar a reforçar a sua estratégia de desenvolvimento económico e captação de investimentos e empresas, criando condições para a criação de empregos, nomeadamente qualificados, apontando como grandes investimentos a ampliação da Zona Industrial do Souto e a construção de uma biorrefinaria para aproveitamento da biomassa, especialmente a residual, para produção de biocombustíveis e biomateriais de elevado valor.

Câmara de Vila de Rei investe na expansão da Zona Industrial do Souto. Foto: CMVR

Nas funções sociais, segundo Ricardo Aires, mantêm-se as políticas de apoios e regulamentos de incentivos às famílias, natalidade, educação, habitação, saúde, de estímulos ao investimento e à agricultura, bem como ao comércio local.

O autarca destacou ainda algumas obras, nomeadamente de construção e requalificação de infraestruturas, caso da construção do emissário do Carrascal, a construção do terminal rodoviário de Vila de Rei (incluindo Posto de Turismo e Loja de Produtos Endógenos) ou a requalificação de estrada entre a Estrada Nacional 2 e a Seada.

Em relação ao eixo da Proteção do Meio Ambiente e Conservação da Natureza, estão incluídos ainda investimentos como a reabilitação de ribeiras, reflorestação das áreas ardidas com a plantação de medronheiros, castanheiros, carvalhos e outras árvores autóctones, e o programa da reflorestação, transformação da paisagem e ordenamento do território apoiado pelo Governo.

No plano da cultura, o município destaca o processo de classificação das Conheiras de Vila de Rei como Património de Interesse Nacional, em parceria com o Instituto Politécnico de Tomar, e a construção do Núcleo Museológico das Conheiras, a par da candidatura para reabilitação do Castro de São Miguel e requalificação do auditório municipal.

No Desporto, Recreio e Lazer, estão previstas obras e aquisição de material para rotas e percursos pedestres, a par da construção da terceira fase do passadiço do Penedo Furado.

A carga fiscal para este ano mantém-se igual ao praticado nos anos anteriores, com a participação variável de IRS a ser fixada nos 2,5%, representando um desconto de igual valor na coleta dos contribuintes com domicílio em Vila de Rei, decisão aprovada por maioria.

Quanto ao Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI), aprovado por unanimidade, foi estabelecido no valor mínimo previsto por lei (0,3%), complementado com reduções consoante o número de dependentes do agregado familiar.

c/Joana Santos

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