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Terça-feira, Novembro 30, 2021

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Vila de Rei | Câmara Municipal aprova orçamento de 7 milhões de euros para 2018

O executivo da Câmara de Vila de Rei (CM) aprovou por maioria, na sexta-feira, 17 de novembro, o Orçamento Municipal para o próximo ano, de 7 milhões e 190 mil euros, mais 630 mil euros do que o aprovado para 2017. Segundo Ricardo Aires, o Município de Vila de Rei tem como objetivo aumentar a sua população, bem como fomentar o aumento das empresas instaladas no concelho e incentivar o investimento privado, estimulando a criação de emprego.

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O presidente da Câmara Municipal de Vila de Rei, Ricardo Aires, explicou ao mediotejo.net que as “linhas estratégicas” do Orçamento Municipal e Plano para 2018 centram-se no “investimento na Educação e na Ação Social em cerca de um milhão de euros”.

Entre os enfoques estão para além das questões sociais “as económicas“, significando “uma aposta nas pessoas” mas também no investimento estrutural, nomeadamente na zona industrial no sentido de mostrar aos “empresários boas condições para se fixarem” tendo em conta o valor de “1 cêntimo por dois metros quadrados e com todas as infraestruturas novas” adiantou. Ricardo Aires manifesta-se assim confiante na melhoria do emprego no concelho, acreditando nessas medidas de atração de investimento empresarial.

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Todos os apoios municipais à Educação são para manter e “melhorar”, garante o presidente, uma vez que a CM comparticipa totalmente na aquisição de manuais escolares para o 2º e 3º Ciclo e ensino secundário e ainda oferece “a alimentação aos alunos do pré-escolar e jardim de infância”.

Na Ação Social o Município de Vila de Rei reforça “as equipas que andam diariamente na rua”. Para tal haverá investimento “numa viatura para levar um balcão móvel às aldeias, designadamente às associações, de Vila de Rei para apoiar nomeadamente os idosos nos serviços municipais”.

Esta é uma aposta no âmbito da aproximação aos próprios cidadãos, procurando fornecer serviços especializados que visam facilitar o seu quotidiano como seja o Gabinete de Ação Social, Gabinete de Apoio ao Emigrante, o Julgado de Paz, Gabinete de Dinamização da Atividade Económica, Gabinete de Apoio ao Munícipe, Serviço de Informação e Mediação à Pessoa Portadora de Deficiência, Gabinete de Inserção Profissional, Gabinete Técnico Florestal, Espaço do Cidadão e ainda o CLDS de terceira geração.

A maior obra a realizar durante o ano de 2018, no concelho de Vila de Rei, decorre então “na zona industrial do Souto” um investimento que ronda os 700 mil euros explicou Ricardo Aires. Trata-se “da continuação de um projeto da CM já na sua terceira fase, praticamente a finalização”, adiantou. Nas obras contam-se “arruamentos e algumas infraestruturas em falta, de água e esgotos, e também a ampliação da ETAR do Souto”.

São obras realizadas com financiamento comunitário. A CM viu aprovada a candidatura “em bom tempo” refere o presidente, uma vez que no Médio Tejo “apenas duas câmaras tiveram aprovação das candidaturas para zonas industriais”.

A concretização de algumas ações enunciadas está assim garantida por financiamento proveniente de candidaturas a fundos comunitários ou estatais. Ricardo Aires referiu ainda outras candidaturas a que o concelho não vai passar ao lado como “a eficiência energética para as piscinas municipais cobertas” no sentido de rentabilizar aquele espaço.

O Plano Plurianual de Investimentos para 2018 incorpora a previsão de despesas de investimento no valor de 1.964.900,00 euros. A análise revela que o investimento aposta nas funções económicas (47,14%), designadamente nos transportes, vias de comunicação, turismo, indústria e energia, seguido das funções sociais (35,14%), designadamente na educação, saúde, ação social, habitação, serviços coletivos, cultura e desporto. Para as funções gerais (serviços gerais de administração pública, segurança e ordem pública) 10,41% e outras funções (operações de dívida autárquica e transferências entre administrações) 7,31%.

As Grandes Opções do Plano foram aprovadas pela maioria social democrata, com abstenção do vereador eleito pelo Partido Socialista, Luís Santos.

O vereador da oposição justificou o seu voto de abstenção com apostas socialistas “mais numa ou outra área” dando conta de divergências em áreas como  “ação social e florestal”. Luís Santos explicou não ter votado contra porque “o executivo tem toda a margem para governar e tem as suas opções”.

A política fiscal, aprovada também na mesma reunião de câmara por unanimidade, vai manter-se sem alterações em relação ao ano 2017, com a ressalva do “aumento da inflação”, concluiu Ricardo Aires.

Assim verifica-se desconto de 2,5% no IRS, a isenção da derrama, apoio à recuperação de edificações degradadas, aplicação da taxa mínima permitida por lei no que respeita ao Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI), com a respetiva redução do IMI considerando o número de dependentes. E ainda isenção de IMI durante 5 anos para todos os prédios rústicos total ou parcialmente danificados pelos incêndios ocorridos na freguesia de Vila de Rei durante o mês de agosto de 2017.

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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