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Quinta-feira, Setembro 23, 2021

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Vila de Rei | Câmara aprova medidas de mitigação dos efeitos dos incêndios de 2019

O Município de Vila de Rei aprovou, no dia 2 de agosto, um conjunto de medidas de mitigação relativamente às consequências dos incêndios deste verão, nomeadamente quanto à reconstrução de edificações destruídas pelo fogo.

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O executivo camarário reconheceu o “interesse para o concelho da reconstrução das edificações destruídas, como um fator impulsionador para todos os que vivem da atividade agrícola e florestal, para uma população essencialmente idosa, para um concelho que repetidas vezes ressurge de calamidades desta natureza”, lê-se em comunicado enviado ao mediotejo.net

Segundo a mesma informação, na reunião de 2 de agosto foi ainda aprovado “o recurso a uma reclamação coletiva para a redução do valor patrimonial tributário dos prédios afetados, através da respetiva avaliação, ao abrigo do Código do IMI”.

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Dentro das medidas de mitigação dos efeitos dos incêndios, o executivo municipal decidiu ainda, sob proposta do Presidente da Câmara, propor à Assembleia Municipal “a isenção das taxas relacionadas com os procedimentos administrativos para licenciamento de construção ou reconstrução de edificações destruídas pela ação dos incêndios neste verão de 2019″.

Ricardo Aires, presidente da CM Vila de Rei, frisa que “estas são medidas que já foram tomadas aquando dos incêndios de 2017 e que por uma questão de não discriminação das pessoas, decidimos aplicar igualmente às pessoas agora afetadas, tal como já fizemos com a isenção do pagamento da água”.

A tomada de medidas agora anunciada é fundamentada pela autarquia “tendo em conta os danos provocados pelo incêndio ocorrido entre os dias 20 e 22 de julho e os efeitos repercutidos na vida patrimonial, económica, social e ambiental da população a curto, médio e longo prazo”, bem como pelo facto de, além da floresta, “outros bens não foram poupados e, nalgumas povoações, algumas pequenas edificações como arrumos e arrecadações, e algumas habitações foram atingidas, não esquecendo todas as outras perdas no âmbito da agricultura, de equipamentos, entre outros”.

Nesta medida, a CMVR reconhece “a necessidade de reconstruir aquilo que foi destruído, para o restabelecimento das atividades e das condições de vida das pessoas, para uma revitalização da vida em todos os seus domínios, essencialmente, o restabelecimento das atividades agrícola e florestal e também urbana, todas elas essenciais para a jusante serem revitalizados outros setores económicos no concelho, como o turismo, o comércio local, entre outros”, pode ler-se, por fim, no referido comunicado.

Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres, onde não falta a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Viciada no verbo Ir, nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... também por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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