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Sábado, Outubro 23, 2021

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Vila de Rei | Autarquia lembra obrigatoriedade de pedido para realizar queimadas

A comunicação prévia obrigatória para a realização de queimas de sobrantes pode ser realizada no Posto de Informação, junto ao novo Terminal Rodoviário de Vila de Rei. O Município informa que este posto apoiará nesta obrigação de comunicação prévia, auxiliando todos quantos necessitem realizar “queimas de matos cortados, amontoados e qualquer tipo de sobrantes de explorações agrícolas e florestais”.

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De registar que, segundo o ICNF, a maior parte dos incêndios rurais registados este ano tiveram como causas o uso negligente do fogo, como queimas ou queimadas, e fogo posto.

Segundo a autarquia, este apoio poderá ser solicitado deslocando-se os interessados ao Posto de Informação de Vila de Rei ou entrar em contacto através do número 274 107 002, de segunda-feira a domingo, das 09h00 às 13h00 e das 14h00 às 17h00.

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Recorde-se que, esta comunicação também pode ser feita via digital, devendo ser efetuado registo em https://fogos.icnf.pt:8443/queimasqueimadas/QueimaSeguraRapidaadd.asp

“A autorização terá sempre em conta o enquadramento meteorológico, a data e o local onde a mesma é proposta”, salienta a autarquia em comunicado.

Quanto à realização de queimadas sem a devida autorização, é considerada uso de fogo intencional e pode incorrer em contraordenação, com coimas a variar de 140€ a 5.000€, para pessoas singulares, e de 800€ a 60.000€ para pessoas coletivas. Em caso de incêndio, pode incorrer em crime de incêndio florestal.

Os últimos dados disponíveis indicam que se registaram este ano 7.114 fogos rurais que resultaram em 26.833 hectares (ha) de área ardida, sendo 2021 o ano com “o valor mais reduzido em número de incêndios e o segundo valor mais reduzido de área ardida desde 2011”, segundo o Ministério da Administração Interna.

“As causas mais frequentes em 2021 são: uso negligente do fogo (48%) e o incendiarismo – imputáveis (23%), naquele caso com relevância para as queimadas de sobrantes florestais ou agrícolas (21%), queimas de amontoados de sobrantes florestais ou agrícolas (10%) e queimadas para gestão de pasto para gado (14%). Os reacendimentos representam 4% do total de causas apuradas, num valor inferior face à média dos 10 anos anteriores (16%)”, precisa o relatório com dados provisórios até 15 de setembro.

Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres, onde não falta a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Viciada no verbo Ir, nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... também por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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