Vila de Rei | Antigo edifício da GNR vai ser residência para estudantes

A nova função do antigo edifício da Guarda Nacional Republicana (GNR), em Vila de Rei, ficou a ser conhecida na passada quinta-feira, 27 de fevereiro, durante a Assembleia Municipal: vai ser transformado em residência estudantil. O anúncio partiu do presidente da Câmara Municipal de Vila de Rei, Ricardo Aires.

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Após ser questionado por um munícipe, o presidente da Câmara Municipal de Vila de Rei, fez saber durante a última sessão de Assembleia Municipal que o antigo edifício da GNR, onde até recentemente funcionou o serviço CLDS 3 G, será transformada em residência estudantil.

Atualmente a residência de estudantes está instalada no Centro Paroquial, da Igreja, e acolhe inclusivamente alunos da ilha de Príncipe. “Uma solução a curto prazo” explica Ricardo Aires que acabou por instalar os estudantes “há já alguns anos. Por isso vamos passar a residência para onde era o CLDS, antiga GNR” garantiu.

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Na ocasião, o presidente lembrou que estava pensada, a residência de estudantes, para o edifício dos CTT, vendido, entretanto, a um privado.

Recorda-se que o programa existe desde 2011, através de um protocolo que a Câmara Municipal tem com o Governo Regional do Príncipe e que ajuda a garantir o número necessário de alunos para que o ensino secundário permaneça no concelho.

O protocolo visa “formar pedagogicamente os alunos da Região Autónoma do Príncipe, providenciando a devida oferta educativa para que, futuramente, possam ser o futuro da Ilha do Príncipe e, assim, valorizar os recursos e potencialidades endógenas da região” explica o Município.

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Paula Mourato
A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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