Sábado, Fevereiro 27, 2021
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VN Barquinha | Centro de Interpretação Templário com financiamento garantido

O Município de Vila Nova da Barquinha garantiu um financiamento de 136 mil euros para implementação do projeto do Centro de Interpretação Templário Almourol, cujo investimento global ascende a cerca de 152 mil euros, sendo o valor remanescente assegurado pela Câmara Municipal. A candidatura do Município ao Programa Valorizar, Linha de Apoio à Valorização Turística do Interior, foi aprovada pelo Turismo de Portugal.

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Conforme explica a autarquia barquinhense em comunicado, “o Centro de Interpretação Templário – Almourol será a primeira infraestrutura do género em Portugal, através da criação de sala de exposição permanente, espaço para exposições temporárias e uma sala de projeção de filme sobre a temática dos Templários”. Este novo espaço a instalar no Centro Cultural da sede de concelho “irá contribuir para inserir o território em rotas turísticas nacionais e internacionais associadas à questão templária, aumentando a sua visitação e o respetivo fluxo turístico local”, espera a autarquia, para quem “o património imaterial do concelho é fortemente marcado pela cultura dos templários, de que é expoente máximo o Castelo de Almourol, com uma localização ímpar, numa ilha granítica do rio Tejo”.

O projeto visa criar um novo polo de atração no território, fazendo uma “ponte” entre o Castelo de Almourol e a sede de concelho, captando os cerca de 70 mil visitantes anuais do monumento nacional para potenciar a dinamização económica e cultural da vila.

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O espaço que irá acolher o equipamento situa-se no piso 1 do Centro Cultural de Vila Nova da Barquinha, no Largo 1.º de dezembro, prevendo-se o início dos trabalhos para 2018.

O Programa Valorizar tem por objetivo promover a contínua qualificação dos destinos através da regeneração, requalificação e reabilitação dos espaços públicos com interesse para o turismo e para a valorização do património cultural e natural do país.

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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