“Um ano de Governo”, por Hugo Costa

Por estes dias o Governo faz um ano de mandato, que coincide, quase na sua totalidade com o meu mandato de deputado. Este Governo, segundo os últimos dados publicados agrada aos portugueses. A sondagem que o Diário de Notícias deu à estampa este fim de semana, 63% dos inquiridos respondem que o executivo tem tido uma atuação boa, ou muito boa, e 71 % acreditam que a legislatura vai chegar ao fim em 2019.

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A tecnocracia não gosta de governos positivos e que agradam aos eleitores, esquecendo que é essa origem dos fenómenos que hoje todos tememos como a Le Pen, Trump ou Beppe Grillo. A verdade é que os eleitores deixaram de se reconhecer nas mesmas formas de sempre de fazer política. Essa foi uma das principais mais-valias desta forma de Governo, demonstrar que existem alternativas, e outra forma mais humanista de governar.

Foi um ano de reposição de rendimentos, melhorias no Serviço Nacional de Saúde, de aposta na educação pública e de entrada em funcionamento do Portugal 2020. Foi igualmente o ano em que a Tarifa Social foi uma realidade na energia para 700 mil famílias, os trabalhadores do estado e das empresas públicas recuperaram o respeito, a floresta ganhou centralidade política e onde a Caixa Geral de Depósitos evitou um plano de privatização. E sabem que tudo isso foi feito com o menor défice de Portugal democrático e com o maior crescimento económico da Zona Euro no último trimestre?

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A nível diplomático foi o ano de adesão ao acordo de Paris sobre o clima, da eleição de António Guterres nas Nações Unidas (a maior vitória diplomática da nossa História democrática), do COP 22 em Marraquexe e da não aplicação de sanções pelos erros orçamentais do anterior Governo.

A nível do distrito de Santarém, este foi o Governo que olhou para a nossa região, contra o esquecimento de que vinha a ser alvo. A nível de saúde, a aposta na região tem sido clara, como demonstra a reabertura do internamento em Medicina Interna em Tomar e o início do processo com vista à resolução do problema do Bloco Operatório de Santarém.

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Foi também o ano em que foi decidido que que os tribunais encerrados no distrito vão reabrir, e que o Tejo ganhou centralidade governativa. Existe ainda muito por fazer e cá estaremos para esse trabalho diário.

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