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Transporte a Pedido liga diretamente Vila de Rei a Sertã, Sardoal, Abrantes, Tomar e Ferreira do Zêzere

O ‘LINK’ é o novo serviço de Transporte a Pedido da Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo que vai ter início na segunda-feira, dia 2 de dezembro, numa iniciativa que vem melhorar a mobilidade nas ligações, a preços considerados acessíveis, entre as sedes de concelho dos municípios do Médio Tejo.

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Este serviço vai funcionar durante todos os dias úteis, em horários pré-definidos. Todos os interessados em usufruir deste serviço necessitam de realizar a sua marcação até às 15h00 do dia útil anterior ao da viagem pretendida, através do número 800 209 226 (chamada gratuita) ou em www.transporteapedido.mediotejo.pt.

Estas ligações vão, em determinados dias da semana, permitir o transbordo para outros circuitos e, desta forma, garantir a ligação para todas as sedes dos 13 Municípios pertencentes ao Médio Tejo. Os preços para todas estas ligações intermunicipais variam entre os 3 euros e os 4 euros por pessoa.

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Encontra-se igualmente em atividade em Vila de Rei a primeira fase do Transporte a Pedido, que permite aos utilizadores viajarem de táxi desde qualquer aldeia do território vilarregense até à sede de Concelho, por preços entre os 1 euros e os 1,5 euros. Os circuitos existentes são Fundada (21 localidades abrangidas), S. João do Peso (17 localidades), Borda da Ribeira (13 localidades) e Moita (21 localidades). As marcações são igualmente efetuadas através do 800 209 226 ou de www.transporteapedido.mediotejo.pt até às 15h00 do dia útil anterior à viagem pretendida.

O Transporte a Pedido tem circuitos, paragens e horários definidos. É o cliente que desencadeia a viagem através do seu pedido para uma central de reservas. Deste modo, as viaturas só irão efetuar os percursos, se antecipadamente, o serviço tiver sido solicitado e só irão às paragens que tiverem reservas.

Todos os circuitos disponíveis podem ser consultados em www.cm-viladerei.pt.

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Paula Mourato
A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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