Quarta-feira, Março 3, 2021
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Tramagal | Vinho da Coelheira Branco 2016 ganha medalha de ouro em concurso mundial

O Casal da Coelheira Branco 2016 ganhou a Medalha de Ouro no concurso Mundus Vini 2017, na Alemanha, anunciou o enólogo e produtor de Tramagal, Nuno Falcão Rodrigues.

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Em declarações ao mediotejo.net Nuno Rodrigues, proprietário e enólogo do Casal da Coelheira, disse que esta medalha de ouro, que se vem juntar ao vasto palmarés de troféus desta marca de vinhos e que ultrapassa a centena de medalhas nacionais e internacionais, “é muito importante por ser um vinho de maior rotação, a preços muito simpáticos”, tendo uma produção a rondar as 35 mil a 40 mil garrafas, tendo afirmado que este vinho de 2016 “é o melhor Casal da Coelheira de sempre”.

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“É um vinho que se destaca pela sua frescura, é muito elegante e faz uma refeição completa”, destacou, sendo o Casal da Coelheira Branco 2016 um vinho “polivalente, e que, pela sua estrutura e acidez, também serve bem de entrada ou aperitivo, ou ainda para pratos mais leves como saladas e mariscos”.

“O Casal da Coelheira branco tem vindo a crescer de ano para ano e a casta verdelho tem vindo a ganhar consistência sendo, pela primeira em 2016, a casta dominante, a seguir à Fernão Pires”, destacou o gestor da marca que exporta atualmente para cerca de 20 diferentes países, da Europa, África, Ásia e América do Sul, Central e do Norte, conquistando novos mercados como o Japão, Áustria e Inglaterra, mas enviando os vinhos de Tramagal também para os Estados Unidos, Brasil, Equador, China, Polónia, Rússia, Bélgica, Letónia, Suíça, Holanda, Dinamarca e Angola, por exemplo.

Mundus Vini é um concurso de vinhos realizado na Alemanha, que nos últimos anos se realiza em duas fases anuais. A primeira, chamada de Spring Tasting, reuniu 6.167 vinhos de mais de 150 regiões de todo o Mundo. O júri reuniu em Saalbau (Neustadt, Alemanha), em finais de fevereiro.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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