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Tramagal | Vila metalúrgica cancela atividades e não festeja dia 1 de maio

A Vila de Tramagal cancelou todos os eventos programados até ao mês de julho, entre eles os tradicionais festejos do Dia do Trabalhador, como medidas preventivas à propagação da covid-19. O dia 1 de maio é assinalado na vila metalúrgica desde 1901 e desde então só por duas vezes não se realizou em Tramagal. Uma devido a um acidente na fábrica da MDF, que vitimou alguns trabalhadores (em 1956), e outra no ano da morte do general Carmona, estava o país de luto nacional, tendo os trabalhadores feito a “festa” em Lisboa.

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“Com a atual situação de pandemia não vamos poder realizar alguns eventos marcantes para a freguesia, como sejam as comemorações do 1º de maio, Dia Internacional do Trabalhador, sendo um dia em que vamos apenas, de forma simbólica, fazer a tradicional deposição de uma coroa de flores em homenagem ao Comendador Eduardo Duarte Ferreira e a todos os trabalhadores, no Miradouro da Penha”, disse ao mediotejo.net o presidente da junta de freguesia de Tramagal, Vitor Hugo Cardoso.

A música e a tradicional arruada com banda filarmónica, eventos culturais, convívios e atividades desportivas foram todas canceladas neste dia.

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Isto inclui o aniversário do Tramagal Sport União (TSU), cuja direção decidiu cancelar o evento comemorativo do clube fundado a 1 de maio de 1922, a par de outras iniciativas da junta de freguesia e Associação de Melhoramentos, como sejam as Noites Jovens (julho), as marchas populares (24 de junho/dia da freguesia de Tramagal), e os 10 km de atletismo (prova que seria realizada a 21 de junho). Também no dia 1 de maio, foi fundado a Agrupamento de Escuteiros de Tramagal, sendo este um dia histórico e muito festejado desde sempre nesta vila do concelho de Abrantes.

 

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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