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Sexta-feira, Janeiro 21, 2022
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Tramagal | TSU lança vinho do Centenário e concurso para medalha comemorativa (c/áudio)

O Tramagal Sport União (TSU), clube que assinala o 100º aniversário da sua fundação no dia 1 de maio de 2022, acaba de lançar o vinho do Centenário e o regulamento para o Concurso da Medalha Comemorativa da data festiva, iniciativas integradas num programa mais vasto das celebrações do clube de Tramagal e que será apresentado oportunamente, disse ao mediotejo.net o presidente da Assembleia Geral do TSU, Fernando Brazão.

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O concurso para a elaboração da medalha comemorativa, cujo regulamento pode consultar AQUI, é uma das iniciativas integradas no ciclo do Centenário do TSU e apresenta o dia 15 de janeiro como data limite para receção de propostas, estando a reunião de decisão do júri e anúncio do vencedor agendada para dia 22 de janeiro.

Ainda este mês de dezembro, e a pensar nos vinhos de Tramagal como boas ofertas de Natal, a Comissão do evento lançou o Vinho do Centenário, uma parceria do TSU com o Casal da Coelheira, na produção e comercialização, em tinto e branco e com um rótulo dedicado ao Centenário, havendo pontos de venda no Bar no Campo de Jogos, na Adega do Casal da Coelheira, na Loja do Mercado Semanal, e junto dos elementos da direção do TSU.

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ÁUDIO | FERNANDO BRAZÃO, PRESIDENTE ASSEMBLEIA GERAL DO TSU:

Em entrevista, Fernando Brazão, presidente da Assembleia Geral do TSU e membro da Comissão do Centenário, fala destas iniciativas e do ambiente que se vive na preparação das comemorações do programa do centenário do clube.

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Fernando Brazão – Em relação às duas iniciativas deste ano, é o lançamento dos vinhos, fizemos um acordo/protocolo com uma empresa de vinhos do Tramagal, o Casal da Coelheira, em que nos vai patrocinar os vinhos do centenário, brancos e tintos, e como fazemos os 100 anos a 1 de maio, tivemos de lançar já o concurso para a execução da medalha comemorativa desse primeiro centenário.

O programa do centenário arranca só a partir de 1 de maio de 2022?

Em princípio iremos fazer uma apresentação formal do plano do centenário. Este irá decorrer durante um ano, de 30 abril 2022 até 1 de maio de 2023 – que é o ano do centenário – em que iremos estabelecer algumas atividades durante esse ano, mas o plano ainda não está completamente feito. Enquanto não tivermos o plano fechado não queremos divulgar porque pode haver alterações, e, portanto, vamos aguardar um pouco. Talvez no final deste mês já tenhamos a oportunidade de fazer a apresentação formal.

Os vinhos já estão no mercado e são lançados agora para a época natalícia?

O objetivo é exatamente esse, ainda não está à venda, esperamos que na próxima semana já o possamos ter no mercado. O objetivo principal é os amigos, sócios e simpatizantes do TSU poderem usar o vinho como prenda para os seus familiares e amigos. [As garrafas] Terão um rótulo dedicado ao primeiro centenário do TSU, e será branco e tinto. Pode ser adquirido junto do clube. O clube também já tem um pequeno protocolo com a Junta de Freguesia em que vamos ter um ponto de venda no mercado semanal e, portanto, assim que o vinho estiver disponibilizado, vamos ter também um ponto de venda no mercado semanal para vender o vinho e também outro merchandising próprio do clube. Também podem falar com qualquer um dos diretores e também vai ser vendido no campo de jogos.

Rótulo dos vinhos do centenário do TSU

Há uma medalha comemorativa e está aberto um concurso de criatividade para quem queira participar, concurso esse que vai decorrer até 15 de janeiro?

Exatamente, é um concurso para a execução de uma medalha, que vai ser a medalha comemorativa do nosso centenário e, portanto, vamos receber propostas até 15 de janeiro dos nossos artistas e esperamos que as pessoas que gostam de executar este tipo de trabalhos também o possam fazer, e depois escolheremos qual vai ser a medalha comemorativa dos 100 anos. O regulamento está disponível no nosso Facebook. O prémio é ter o nome ligado à história do clube, não há prémio pecuniário, decerto que também vão ter medalhas para oferecerem aos amigos e família. O que há é a honra de ter concebido a medalha do 1º centenário.

Uma palavra sobre a saúde do TSU e como se organiza a programação de um centenário tendo em conta o contexto pandémico?

O TSU como todos nós sabemos tem sido um grande clube, é o clube mais eclético do nosso concelho. Como todas as outras associações temos tido altos e baixos, mas tem havido sempre uma grande dinâmica entrelaçado com as novas dinâmicas da sociedade. É verdade que com esta pandemia mudaram bastantes coisas, os clubes estão a sofrer também com isso, pois sem público e sem atividade os clubes também se ressentem, há relativamente menos interesse, mas ainda se consegue criar equipas dinamizadoras e de pessoas com bastante interesse e vontade de fazer coisas em prol do Tramagal e que este centenário fique assinalado de uma maneira condigna.

TSU assinala no próximo dia 1 de maio 100 anos de atividade desportiva. Foto: Jorge Santiago/mediotejo.net

Quem ajudou a construir esta história de 100 anos vai ser lembrado de alguma forma e até que ponto é importante este apoio dos sócios e amigos do TSU?

É natural que seja assim. Primeiro cuidem-se, que os tempos não são fáceis, mas continuem a ajudar o TSU e a dinamizar em volta do TSU que, se bem nos recordamos todos, uma das suas grandes prioridades tem sido o desenvolver o espaço jovem e as suas capacidades, quer sejam rapazes ou raparigas, na atividade desportiva, e temos ajudado os filhos da terra e da região, e isso para nós continua a ser o mais importante, a atividade física como complementar da atividade intelectual nas escolas e esse ponto tem sido sempre observado pelo TSU e penso que os sócios também reconhecem isso mais que tudo.

Fernando Brazão, presidente da Assembleia Geral do TSU e membro da Comissão do Centenário do clube de Tramagal. Foto: Jorge Santiago/mediotejo.net

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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