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Domingo, Agosto 1, 2021

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TRAMAGAL: TSU assinala 94 anos e sonha com relvado sintético (C/VIDEO)

O Tramagal Sport União (TSU), clube fundado a 1 de maio de 1922, assinalou no domingo o seu 94º aniversário tendo Luis Lopes, presidente da direção do TSU, afirmado ao mediotejo.net que o principal objetivo do clube da borboleta passa por arrelvar o Campo de Jogos Comendador Eduardo Duarte Ferreira, estando a direção do clube a submeter neste momento uma candidatura à Federação Portuguesa de Futebol com esse objetivo.

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Para ouvir e ver (entrevista/vídeo) com Luís Lopes e ouvir ainda alguns relatos e histórias do rico passado e historial do TSU com João Ferreira Félix (Gato Félix/antigo guarda-redes) e Rui Duarte Ferreira (antigo presidente do clube e administrador da Metalúrgica Duarte Ferreira).

O Tramagal Sport União (TSU), clube desportivo fundado a 1 de maio de 1922, surge como resultado da fusão de dois clubes já existentes em Tramagal.

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Rui Duarte Ferreira, antigo administrador da empresa e ex-presidente da direção do TSU, nos anos 60, recordou ao mediotejo.net as facilidades dadas aos atletas para os treinos e deslocações, o apoio na construção do Campo Comendador Eduardo Duarte Ferreira (1951), e a época em que o clube saltou dos 300 sócios para mais de mil associados.

“Pus todos os funcionários da MDF a pagar cotas e a fazerem-se sócios do clube. Só assim foi possível dar o salto qualitativo”, afirmou.

O TSU conheceu os seus maiores êxitos desportivos ao nível do futebol entre as épocas de 1966/67 e 1973/74, tendo a equipa de futebol sénior disputado o Campeonato Nacional da 2.ª Divisão e estado mesmo à beira da subida à 1ª divisão.

Também os juniores do TSU escreveram umas páginas brilhantes na história do clube de Tramagal, com destaque regional e nacional igualmente para as secções de pesca, atletismo e basquetebol, entre outras.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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