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Tramagal | Rui Horta é o novo presidente da Associação Juvenil Cistus (c/áudio)

Rui Horta é o novo presidente da direção da Associação Juvenil Cistus, de Tramagal, rendendo no cargo Rosa Catarina, que esteve à frente da associação desde o ano 2012. As eleições decorreram no dia 29 de dezembro e Rui Horta, 29 anos, foi eleito em lista única para um mandato válido por dois anos.

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Fundada em abril de 1998, a associação juvenil conta com 365 sócios, estando o plano de atividades para 2021 a ser ultimado, sendo certo que o mesmo está muito dependente da evolução da situação pandémica, disse Rui Horta ao mediotejo.net. O dirigente associativo assegurou, no entanto, que, para já, se mantêm a funcionar os programas de Atividades de Tempos Livres (ATL) a par dos Serviço diários de Apoio ao Estudo , estando previsto manter os campos de férias, workshops, e as Feiras da Primavera e de São Martinho.

ÁUDIO: RUI HORTA, PRESIDENTE DA CISTUS:

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A associação tem a sua sede no 1º piso do edifício do mercado da vila, e a equipa diretiva, cujo ato eleitoral e tomada de posse decorreu no dia 29 de dezembro, é presidida pelo professor Rui Horta, elemento que já integrava as listas dos corpos sociais anteriores, contando ainda na direção com Pedro Diogo (tesoureiro), Vítor Ferreira (secretário), Ana do Carmo (secretária), e com Ana Paula Rodrigues, Sofia Valventos e Bruno Chambel como vogais.

Rui Horta é o novo presidente da Associação Juvenil Cistus. Foto: mediotejo.net

Rui Pinheiro preside ao Conselho Fiscal, contando com os vogais Érica Batista e Rodrigo Ruivo, e Sofia Diniz é a presidente da Assembleia, tendo Catarina Lopes e Carolina Lopes como vogais.

Rui Horta é o novo presidente da direção da Associação Juvenil Cistus, de Tramagal, rendendo no cargo Rosa Catarina, que esteve à frente da associação desde o ano 2012. Foto: mediotejo.net

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Mário Rui Fonseca
A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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