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Quinta-feira, Janeiro 20, 2022
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Tramagal | Queijo pasta mole da “Brejo da Gaia” conquista prata no Concurso Internacional de Lyon

O queijo de cabra pasta mole da Brejo da Gaia – Queijaria Artesanal Gourmet, sediada no Tramagal, concelho de Abrantes, venceu uma medalha de prata no Concurso Internacional de vinhos, cervejas e espirituosos de Lyon, capital gastronómica de França, que também possui uma categoria dedicada a queijos e produtos lácteos. O produto da casa tramagalense foi o único queijo português premiado – uma enorme conquista para esta pequena empresa que ambiciona ser “uma imagem de marca” do Tramagal.

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Fundada em 2012, a Brejo da Gaia entrou no mercado nacional em 2014, data em que foram concluídos todos os testes de aperfeiçoamento dos seus queijos. Segundo garante a empresa, “toda a produção é personalizada e individual, com intuito de manter o prazer natural e artesanal, tanto nos queijos frescos como nos curados, não tendo estes últimos qualquer revestimento de cera ou capa protetora”.

Em declarações ao mediotejo.net, Susana Carrolo, a proprietária, admite que havia falhado os prazos do Mundial de Queijos e decidiu tentar a sua sorte no Concurso Internacional de Lyon. O prémio foi uma “surpresa”, diz, uma vez que a competição se realiza no país dos queijos por excelência. Assim, a vitória teve um sabor ainda mais especial.

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“Para mim acaba por ser mais importante que o Mundial. França é o país do queijo e possui uma variadíssima gama de queijos de cabra”, reflete. “Ir lá com com um queijo de uma queijaria com uma produção artesanal e ganhar uma medalha de prata é extremamente gratificante”, reconheceu a responsável.

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Esta foi a primeira vez que a Brejo da Gaia competiu em Lyon, um concurso com grande impacto no setor das queijarias, que lhe têm dado os parabéns. “Estou agora a senti-lo, e isto dá-nos energia”, admite, e força para continuar. “É um orgulho muito grande” receber um prémio assim, confessa.

“Queremos ser uma imagem de marca da terra”, frisa, lembrando que o queijo produzido é do rebanho de cabras que possui no Tramagal. “É um produto artesanal, onde é tudo super controlado e, por tal, conseguimos ter um produto de excelência”, vendendo para “hotéis cinco estrelas, chefes de cozinhas”, enumera, lembrando que não é um produto massificado. A sua pequena produção promete agora esgotar-se ainda mais depressa no mercado gourmet, junto dos apreciadores de queijos que não se importam de pagar preços mais elevados por um bom produto.

Cláudia Gameiro, 32 anos, há nove a tentar entender o mundo com o olhar de jornalista. Navegando entre dois distritos, sempre com Fátima no horizonte, à descoberta de novos lugares. Não lhe peçam que fale, desenrasca-se melhor na escrita

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