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Quinta-feira, Janeiro 20, 2022
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Tramagal | Mitsubishi Fuso anuncia aumento salarial extraordinário

Durante a tradicional comunicação de final de ano aos trabalhadores, Jorge Rosa, presidente da Mitsubishi Fuso (MFTE), em Tramagal, anunciou uma atualização salarial extraordinária de até 100 euros nos próximos dois anos.

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Em comunicado, a MFTE refere que os aumentos serão divididos em duas fases, com uma primeira a ocorrer em janeiro de 2022 e uma outra em janeiro de 2023, e com a maior subida a refletir-se nos salários mais baixos.

“Apesar da situação pandémica e da crise de componentes, a nossa unidade tem mostrado resultados positivos. Desejamos assim premiar as nossas equipas e reforçar a atratividade de novos colaboradores, essenciais para conseguirmos responder aos projetos futuros que temos planeados”, afirmou Jorge Rosa, citado na mesma nota informativa.

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A comunicação feita hoje aos trabalhadores, para além do balanço da atividade em 2021 e previsão para 2022, serviu para a despedida de Jorge Rosa dos colaboradores, depois de 16 anos como presidente da empresa, num total de 42 anos de trabalho contínuo na fábrica de Tramagal, onde iniciou na então Metalúrgica Duarte Ferreira (MDF).

A partir de 1 de janeiro de 2022 o cargo passará a ser exercido por Arne Barden, até então responsável pela cadeira logística da marca nipónica.

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A Mitsubishi Fuso Truck Europe (MFTE) está localizada em Tramagal, concelho de Abrantes, e emprega cerca de 480 trabalhadores. Prevê fechar o corrente ano de 2021 com uma produção a rondar as 10.000 unidades dos modelos Canter e eCanter, devendo atingir uma faturação superior a 200 milhões de euros. É uma empresa do grupo Daimler Truck, resultado da divisão do grupo Daimler.

A MFTE é a líder mundial no mercado de pesados e engloba sete marcas: Mercedes-Benz, FUSO, Setra, BharatBenz, Freightliner, Western Star e Thomas Built Buses.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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