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Sexta-feira, Agosto 6, 2021

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Tramagal: Mais de 300 participantes no 1º Encontro Regional de Marchas Populares

A Praceta Joaquim Daniel Nunes, no Tramagal, no concelho de Abrantes, recebe a primeira edição do Encontro Regional de Marchas Populares este sábado, dia 9, com a participação de seis grupos e mais de 300 marchantes. A iniciativa é organizada pela Associação de Reformados do Tramagal (ARTRAM) e integra as comemorações dos 30 anos da elevação a vila.

O tradicional desfile de marchas populares realizado anualmente pela Junta de Freguesia do Tramagal deu lugar a “um encontro mais alargado” que pretende “reavivar as tradições e promover o convívio entre gerações”. As palavras são de Lígia Marques, vice-presidente da Associação de Reformados do Tramagal (ARTRAM), a entidade organizadora, que ambiciona transformar o momento numa iniciativa anual.

A ideia surgiu em 2015 e ganhou forma em 2016 com o apoio da Junta de Freguesia do Tramagal, no ano em que se assinalam os 30 anos da elevação do Tramagal a vila. O Encontro Regional de Marchas Populares integra as comemorações da data simbólica e Lígia Marques, igualmente responsável pela coordenação da Universidade da Terceira Idade de Tramagal (UTIT), espera que as pessoas “gostem” das marchas populares e do arraial popular com Ricardo Silva.


 

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A Praceta Joaquim Daniel Nunes é o ponto de encontro entre o público e os mais de 300 marchantes confirmados, pertencentes aos grupos da freguesia e aos que para lá viajam a tempo de começar a marchar pelas 21h00. Segundo a vice-presidente da ARTRAM o número de grupos participantes poderá aumentar em edições futuras uma vez que muitos não podem marcar presença “por motivos de agenda”.

Nesta primeira edição, o concelho de Abrantes e a freguesia do Tramagal são representados pelas marchas da ARTRAM/UTIT e do Centro Social Paroquial Nossa Senhora da Oliveira, o concelho da Chamusca pelas marchas do Arrepiado e da Universidade Sénior da Carregueira, o concelho do Sardoal pela marcha do GETAS – Centro Cultural e o concelho de Constância pela marcha da Associação Humanitária de Montalvo.

Cartaz
Cartaz

Nasceu em Vila Nova da Barquinha, fez os primeiros trabalhos jornalísticos antes de poder votar e nunca perdeu o gosto de escrever sobre a atualidade. Regressou ao Médio Tejo após uma década de vida em Lisboa. Gosta de ler, de conversas estimulantes (daquelas que duram noite dentro), de saborear paisagens e silêncios e do sorriso da filha quando acorda. Não gosta de palavras ocas, saltos altos e atestados de burrice.

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