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Terça-feira, Novembro 30, 2021

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Tramagal | Magusto na SAT em dia de emoções (c/fotos e video)

Em Tramagal a tradição ainda é o que era e o tradicional magusto de São Martinho levou centenas de pessoas a conviverem na SAT, centenária coletividade tramagalense, durante a tarde noite de sábado, com três grupos musicais a assegurarem a animação constante, e ajudado a esgotar as castanhas assadas, vinho novo, a água pé, os enchidos e centenas de frangos que foram assados para aquecer os estômagos de quem não quis perder pitada da festa. E a festa foi de arromba, sendo de destacar ainda a estreia de um novo grupo musical (Black Sheep) e a despedida oficial do projeto ‘Viver a Música’, formado na SAT e depois de cinco anos em intensa atividade na região e no país.

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A despedida oficial do ‘Viver a Música’ foi feita na casa-mãe e em clima de festa. Foto: mediotejo.net

Em declarações ao mediotejo.net, Mário Silva, presidente da SAT, coletividade fundada a 1 de julho de 1901, disse que “tudo correu bem, esgotámos todos os stocks de castanha e água pé, e cumpriu-se com êxito esta tradição de realizar o magusto de São Martinho na coletividade. A população aderiu e ajudou a cumprir todos os objetivos, porque a iniciativa aos tramagalenses era dirigida”, afirmou, tendo apelado a que os associados e tramagalenses “compareçam nas iniciativas da SAT e apoiem a coletividade”.

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Paulo Velho, diretor da SAT, não teve mãos a medir no assar de castanhas. Foto: mediotejo.net

Um dos momentos do sábado foi a apresentação de três temas do grupo musical ‘Black Sheep’, projeto instrumental de originais à base de “rock forte e progressivo” composto por Luís Monteiro (guitarra), João Damas (guitarra), Alexandre Carrança (bateria), César Rodrigues (viola), Carlos Azevedo (baixo) e João David (teclas), músicos de Tramagal e Abrantes e que na SAT têm ensaiado, desde há vários meses.

“Na SAT principiámos, na SAT terminamos”, contou ao mediotejo.net António José Santos, mentor do ‘Projeto Viver a Música’ fundado há cerca de 5 anos e que já deu concertos um pouco por toda a região e por todo o país com os espetáculos temáticos ‘Anos 60′, Anos 70’, ‘Volta ao Mundo’, e ‘Século XX’. Um projeto que mexeu culturalmente com a região e que revelou muita alegria e cumplicidade entre os seus membros.

Concerto final do ‘Projeto Viver a Música’ foi mais um espetáculo com muita cor e alegria. Foto: mediotejo.net

“A ideia que nos uniu foi a de tocar, reunir e conviver, e esse conceito manteve-se até aos dias de hoje e enquanto durou foi excelente. Agora, paramos por motivos até da vida pessoal de cada um, sendo que nenhum dos membros tem outras profissões e não é músico profissional. Mas nada nos impede de reaparecer, com outras ideias e outro projeto”, avançou ao nosso jornal, antes de subir ao palco para o concerto da noite.

A direção da Sociedade Artística Tramagalense (SAT), presidida por Mário Silva, quis alargar a organização e a oferta de serviços ao evento, tendo convidado o empresário Paulo Lopes, proprietário do café Petroleiro Amarelo para celebrar e organizarem na esplanada da SAT este convívio, decisão que satisfez a organização, pelo sucesso do evento e partilha de tarefas, e satisfez também os convivas, que tiveram acesso a um pacote mais alargado de serviços na lista do comes e bebes desta festa do São Martinho.

Paulo Lopes e Cátia Gomes, dupla que animou o espaço do Petroleiro Amarelo. Foto mediotejo,net

Da ementa constam petiscos vários, castanhas assadas, água-pé e vinho. A tarde foi animada pelos “Toc’Abrir” e “Black Sheep”. A festa terminou já à noite ia longa, com um concerto do “Projeto Viver a Música”.

Tramagal l Magusto da SAT

Publicado por mediotejo.net em Sábado, 11 de Novembro de 2017

 

Texto: Mário Rui Fonseca

Fotos: Jorge Santiago

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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