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Sexta-feira, Dezembro 3, 2021
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Tramagal | II Encontro dos Gagos decorreu sob o mote “A falar na mesa”

A ementa e o programa de festas não deixava dúvidas a quem ia: “Almoço à gaagoo, com entradas e tu tuudo”! O II Almoço de Gagos decorreu em Tramagal sob o mote “A falar na mesa”. E apareceram 12 gagos tagarelas este sábado, dia 4 de novembro, no restaurante ‘Grelhas’ provenientes das localidade de Tramagal, Constância e Alferrarede.

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II Encontro dos Gagos reuniu 12 amigos à mesa, num convívio onde o diálogo foi uma constante

O cartaz que anunciava o II Encontro dos Gagos para uma confraternização na Vila Convívio gerava sorrisos a quem o lia mas os almoços de grupo e jantares convívio são já uma realidade com mais de 30 anos em Tramagal, reunindo à volta da mesa os mais diversos grupos onomásticos, grupos de inspeção, e outros sem outro motivo aparente que não seja o de conviver.

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Francisco Cordeiro, de Alferrarede, foi eleito o “Rei dos Gagos”, no I Concurso de Gaguez

Os convivas (as inscrições tiveram de ser feitas verbalmente e não por sms) entraram num concurso de gaguez muito disputado, num convívio que contou também com a presença e breve atuação do fadista (gago, claro está) Francisco Cordeiro, de Alferrarede.

O exigente e competitivo I Concurso de Gaguez implicava evidente destreza no soletrar de palavras por parte dos valorosos gagos presentes no encontro, com três prémios em disputa: O rei dos gagos / o fa fa lador/ e o falso.

O II Convívio dos Gagos teve este ano direito a Concurso de Gaguez

O “Rei dos Gagos” foi Chico Cordeiro, o fadista (que quando canta esquece a gaguez), Jorge Pombinho foi eleito “o mais falador”, e Pedro Tomás ficou com o prémio de “o falso” gago. No final, todos brindaram à gaguez de cada um e à amizade que os une e foram distribuídos prémios de presença a todos os convivas.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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