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Sábado, Julho 24, 2021

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Tramagal: GNR continua em busca de jovem desaparecida há uma semana

A estudante Paula Oliveira, de 16 anos, está desaparecida desde segunda-feira, dia 9 de maio, do Tramagal (Abrantes) tendo estado com a mãe pela última vez faz hoje uma semana. A GNR continua a efetuar diligências para tentar localizar a adolescente, tendo as buscas estado a decorrer em todo o território nacional.

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Contactado pelo mediotejo.net, o comandante do destacamento da GNR de Abrantes disse que “as diligências estão a decorrer a nível nacional”, tendo afirmado que as autoridades vão “entregar a jovem à guarda da mãe. É tudo uma questão de dias”, disse Marcos Flambó.

“A mãe fez a queixa na GNR na terça-feira, um dia depois do desaparecimento da filha, e desde então que estamos a recolher pistas e indícios, na expectativa de a localizar e devolver à família, que é a responsável pela sua tutela”, acrescentou aquele responsável.

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Cristina Lopes, 44 anos, mãe de Paula, disse ao mediotejo.net “desconfiar que a jovem esteja em casa de alguém, longe do Tramagal, e que lhe está a dar guarida”.

“Quem quer que esteja a fazer isso, se for, porque não sabemos, não o pode fazer porque ela é menor de idade. O pior de tudo é não saber com quem ela está, e como ela está. Já passou uma semana e não me atente o telefone nem diz se está bem, nem se está mal. Nada, não sei nada. É muito doloroso, um sofrimento muito grande”, disse.

“Só me resta confiar nas autoridades e esperar que a encontrem rápidamente”, concluiu.

Paula Oliveira desapareceu em Tramagal por volta das 13:00 de segunda-feira, dia 9 de maio. Saiu de casa em direção à escola e levou a mochila normal. Nunca mais regressou a casa.

Na altura, a jovem estudante, menor de idade, de olhos castanhos, cabelo comprido castanho meio ondulado e cerca de 1,60 metro de altura, “usava leggings pretas e uma camisola preta com 3 bonecos, e uns ténis da Nike brancos com símbolo e atacadores rosa”.

Qualquer informação sobre o paradeiro da jovem lhe possa ser transmitido por telefone (912 065 610), mensagem ou através de contacto com as autoridades (GNR – 241 899 010).

“É uma idade difícil, pode ser um namorico mas não sei ao certo o que se passa ou o que lhe possa estar a acontecer. Não sei da minha filha nem consigo contactar com ela e peço a quem saiba de alguma coisa que me diga”, pediu a mãe de Paula, em aflição.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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