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Quinta-feira, Outubro 28, 2021

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Tramagal | Este sábado discutem-se novos modelos de gestão de paisagem florestal

O salão da Tuna Tramagalense, no edifício do TTL, em Tramagal, acolhe este sábado, entre as 9:30 e as 13:00, um colóquio sobre novos modelos de gestão de paisagem florestal, numa iniciativa da Montis, uma associação para a conservação da natureza e que tem como objetivo criar valor com a biodiversidade.

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Com a iniciativa, a ideia é refletir sobre “uma outra gestão da paisagem em que o centro não sejam as fileiras clássicas da produção de madeira ou cortiça (sobro, pinheiro e eucalipto), nem mesmo as atividades alternativas que mais usam estas áreas, como a pastorícia”.

Em nota de imprensa, a Montis refere que o objetivo da sessão da manhã é “discutir o contributo de outras coisas para a gestão destas áreas, a talhadia de folhosas, a resinagem, os frutos, os cogumelos, as colmeias e a biodiversidade, sabendo que nenhuma destas coisas é uma bala de prata que possa resolver os problemas da falta de competitividade e falta de gestão, mas cada uma delas (e de outras que não estão explicitamente no programa) pode ajudar a trazer gestão para onde faz falta”.

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À tarde, “dentro do modelo habitual dos colóquios da Montis”, os convidados e inscritos na ação deslocar-se-ão à propriedade de Salvadorinho, junto a São Miguel de Rio Torto, para “discutir o que faz sentido fazer e como”, para a hipótese da Montis vir a gerir esta propriedade.

Com sede em Vouzela, a Montis é uma associação para a conservação da natureza que tem como objetivo criar valor com a biodiversidade, através de uma gestão sustentável do património natural, entidade que afirma ter um “acordo de princípio” com a Altri Florestal para transferir a gestão de um terreno com cerca de 100 hectares no concelho de Abrantes para a Montis.

“Nada está garantido, falta ainda começarmos a discutir o acordo de gestão concreto, mas existe um acordo de princípio”, ressalvam na nota de imprensa, tendo feito notar, no entanto, que o acordo, “a concretizar-se, será um grande passo” para a Montis.

“Assumir a gestão de quase mais cem hectares, ao pé de Abrantes, bastante longe do que é o atual centro de atividade da Montis, levanta problemas de gestão apreciáveis, mas responde também à vontade que sempre tivemos de alargar a nossa área de atuação”, refletem, dando o mote para o colóquio deste sábado em Tramagal.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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