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Segunda-feira, Outubro 25, 2021

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Tramagal | Eleitos de todas as Juntas de Freguesia do concelho de Abrantes reúnem em convívio (C/VIDEO)

A vila de Tramagal foi a localidade escolhida para um convívio e partilha de boas práticas entre os presidentes de junta e alguns membros dos diversos executivos das 13 Juntas de Freguesia do concelho de Abrantes, de todas as cores políticas, num dia que contou ainda com a participação do presidente da Junta de Freguesia de Santa Margarida da Coutada (Constância) e do presidente de Junta de Freguesia da Carregueira (Chamusca), Joel Marques, que também é o coordenador distrital da ANAFRE (Associação Nacional de Freguesias).

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O encontro democrático e de convívio entre os vários executivos, com predominância para a cor rosa, uma vez que o PS gere 11 das 13 freguesias do concelho de Abrantes, decorreu num clima de amizade e puro convívio, tendo contado ainda com a presença do presidente da Junta de Freguesia de Rio de Moinhos (eleito numa lista de Independentes) e de Álvaro Paulino, presidente da União de Freguesias de Aldeia do Mato e Souto, eleito nas listas do PSD.

O jantar convívio, que decorre de forma regular no concelho de Abrantes, decorreu desta vez em Tramagal, na sexta-feira, e teve início no Museu MDF, considerado o Museu do Ano 2018. A visita foi guiada pelo autarca anfitrião, Vitor Hugo Cardoso, e pela museóloga Lígia Marques.

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Tramagal l Presidentes de juntas de freguesia na Vila Convívio

Publicado por mediotejo.net em Sexta-feira, 9 de Novembro de 2018

Um serão feito de amigos autarcas, com troca de experiências entre os autarcas presentes, e que aproveitam estes momentos para conviver, estreitar laços de amizade, mas também para discutirem os problemas do poder local, presentes e vindouros, sendo os presidentes de junta aqueles que mais perto estão das populações e que lidam mais de perto com as comunidades no dia a dia.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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