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Quarta-feira, Janeiro 19, 2022
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Tramagal | Aulas começam segunda-feira na Universidade da Terceira Idade

As aulas na Universidade da Terceira Idade de Tramagal (UTIT) principiam esta segunda-feira com cerca de 50 alunos e uma dúzia de disciplinas tendo SIDO realizada no sábado a abertura solene do novo ano letivo 2017-2018 nas instalações da sede da ARTRAM – Associação de Reformados de Tramagal, nos antigos refeitórios da MDF.

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A UTIT vai contar este ano letivo com coordenação de Berta Elias, 75 anos, tendo a responsável referido que as aulas vão decorrer de segunda-feira a sexta-feira, entre as 14:00 e as 17:00, contando cerca de 50 alunos inscritos para as disciplinas de Informática, Saúde, Educação Física, Português de Literatura, Português para estrangeiros, Alemão, Espanhol, Francês, Inglês, Artes da Agulha e as disciplinas de cavaquinho e cantos populares, entre outras.

“Começamos as aulas na segunda-feira com cerca de 50 alunos e 12 professores mas as inscrições continuam a decorrer pelo que importa que as pessoas apareçam e saiam de casa para participarem nas nossas atividades, para um envelhecimento ativo com alegria e para conviverem”, destacou a responsável.

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Ao longo do ano, a ARTRAM/UTIT participa nas tradicionais marchas populares e no cantar as janeiras, e promove diversas atividades como passeios, visitas de estudo e convívios ao longo do ano.

Instalações do antigo refeitório da MDF, sede da ARTRAM e da UTIT. Foto: mediotejo.net

Os novos corpos sociais da ARTRAM, eleitos este mês, já tomaram posse e vão gerir a associação por um mandato válido para quatro anos. Manuel Pio é o novo presidente da direção e Dionísio Correia assumiu o cargo de presidente da Assembleia Geral. Atílio Picão é o presidente do Conselho Fiscal.

Manuel Pio (à direita) assumiu este mês a presidência da ARTRAM por um período de 4 anos. Foto de arquivo
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A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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