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Terça-feira, Dezembro 7, 2021
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Tramagal | ARTRAM investe em carrinha e adia início das aulas na Universidade Sénior

A Associação de Reformados da Freguesia de Tramagal (ARTRAM), prestes a celebrar 20 anos em atividade, investiu 4.500 euros numa carrinha de 9 lugares para apoio às suas atividades regulares, lúdicas e culturais, tendo a direção decidido adiar o início das aulas da Universidade da Terceira Idade (UTIT) devido à pandemia em curso.

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“O regresso às aulas presenciais da universidade sénior fica em suspenso até que a pandemia permita o regresso das atividades”, disse ao mediotejo.net o presidente da ARTRAM, Manuel Pio, após deliberação unânime da direção, tendo referido que a instituição já havia investido 4.500 euros numa carrinha em 2ª mão, de nove lugares, para poder transportar alunos mais idosos e com maiores dificuldades de locomoção para as instalações da UTIT, para algumas visitas e para apoio às atividades que a associação desenvolve através do seu grupo de cantares populares e de cavaquinhos.

Manuel Pio, presidente da ARTRAM. Foto: mediotejo.net

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“A decisão de suspender o início das aulas foi a bem da proteção dos nossos sócios e utentes da universidade da terceira idade, uma vez que estão dentro dos grupos de risco à covid-19, e foi a atitude mais sensata”, disse Manuel Pio. Segundo o dirigente, a UTIT vai continuar a contar com Berta Elias como coordenadora, e o investimento na carrinha decorreu de um concurso aberto pela Junta de Freguesia de Tramagal, a que a ARTRAM concorreu e venceu.

A ARTRAM assinala 20 anos em atividade no próximo dia 25 de outubro e, aí, também a festa não será aquilo que a associação ambicionava. “Vamos tentar assinalar o 20º aniversário, de maneira comedida, mas que marque este dia da fundação da ARTRAM e que possamos homenagear algumas pessoas que ajudaram a instituição” ao longo deste percurso, afirmou o dirigente associativo.

ARTRAM adquiriu uma carrinha em 2ª mão à Junta de Freguesia de Tramagal. Foto: DR

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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