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Sexta-feira, Setembro 17, 2021

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Tramagal | Agrupamento de Escuteiros assinalou 53 anos e regresso à atividade (c/vídeo)

Em Tramagal, o Agrupamento 273 do Corpo Nacional de Escutas (CNE) comemorou 53 anos de atividade na sua sede, no sábado, dia 1 de maio, com a cerimónia do hastear da Bandeira na antiga escola primária da Penha. O Agrupamento 273 de Tramagal, chefiado por Nuno Oliveira, foi fundado a 1 de maio de 1968 e o momento festivo contou com a presença de vários convidados e dos presidentes da Câmara de Abrantes e Junta de Freguesia de Tramagal.

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O chefe de Agrupamento 273 do CNE, ligado à Diocese de Portalegre-Castelo Branco, disse que o grupo de escuteiros de Tramagal é composto atualmente por cerca de 50 elementos em todas as secções (Lobitos, Exploradores, Pioneiros, Caminheiros e Dirigentes) e destacou o retoma gradual das atividades presenciais com a evolução favorável da pandemia, sempre sob as máximas de Baden-Powel, fundador do escutismo, que defendia a ligação à natureza, a atitude pelo exemplo, o deixar um mundo melhor do que o que cada um encontrou.

Na cerimónia dos 53 anos do Agrupamento 273 do CNE, que contou com um apontamento musical por jovens afetos à coletividade SAT, o presidente da Câmara, Manuel Jorge Valamatos, saudou o trabalho desenvolvido ao longo destes mais de 50 anos em atividade de formação, lembrou a sua condição de tramagalense, uma vez que nasceu em Tramagal, os afetos pela comunidade e as gratas memórias proporcionadas pelo edifício da escola que acolhe a sede do Agrupamento.

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Um espaço que, notou Vítor Hugo, presidente da Junta de Freguesia, ostenta o nome de Alfredo Dinis, padre jesuíta e filósofo (1952-2013), também ele escutista e natural de Tramagal.  

Agrupamento de Escuteiros nº 273 de Tramagal foi fundado a 1 de maio de 1968. Foto: mediotejo.net

Na sai intervenção, o Chefe do Agrupamento nº 273 do Corpo Nacional de Escutas – Escutismo Católico Português, Nuno Oliveira, lembrou que “a razão de estarmos aqui hoje reunidos é a de assinalar os 53 anos deste Agrupamento, fundado que foi a 1 de Maio de 1968, satisfazendo a vontade dos jovens tramagalenses em terem o movimento escutista na sua terra, tendo feito notar que o mesmo integra o “maior movimento de Juventude do nosso país, movimento com base no voluntariado dos dirigentes e na ocupação de tempos livres dos jovens, contando com cerca de 70.000 elementos”, entre crianças, jovens e adultos.

“Ao longo da existência do nosso Agrupamento, muitas foram as aventuras vividas, as histórias contadas, as memórias criadas, as alegrias partilhadas. Foram momentos de aprendizagem, de partilha, de troca de experiências, de aprofundamento de valores, que as centenas de elementos que passaram por esta instituição não esquecem e que recordam e revivem ao longo das suas vidas”.

O dirigente lembrou “um ano complicado para todos”, tendo feito notar que a associação, pela tipologia das atividades que realiza, foi “bastante afetada pelo distanciamento físico”, adaptando as mais diversas atividades em modo on-line, quer fossem estas de índole local, regional e nacional.

O grupo de escuteiros de Tramagal é composto atualmente por cerca de 50 elementos em todas as secções (Lobitos, Exploradores, Pioneiros, Caminheiros e Dirigentes). Foto: mediotejo.net

“Estamos a regressar às atividades presenciais de acordo com as normas vigentes, procurando rapidamente recuperar as dinâmicas e voltar à normalidade possível na realização das atividades escutistas”, disse, tendo afirmado que, “nesse campo, também este edifício sede nos oferece as condições necessárias para a realização das atividades, permitindo cumprir os distanciamentos físicos requeridos em atividade.

Um espaço que, notou, “privilegiamos e ao qual temos dedicado recursos físicos e materiais na sua manutenção e preservação, mas também investindo como é o exemplo dos balneários e zona de lava loiças, criando assim as condições logísticas necessárias para que também jovens de outros agrupamentos, e de outras regiões, ou de outras instituições, possam realizar atividades na nossa freguesia e no nosso concelho”.

Nuno Oliveira, concluiu lembrando que, “embora este seja um movimento centenário, as bases do escutismo não se alteraram e mantêm-se atuais”, sendo missão do escutismo “contribuir para a educação dos jovens através de um sistema de valores baseado na Promessa e na Lei, ajudando deste modo a construir um mundo melhor em que as pessoas se realizem enquanto indivíduos e tenham um papel construtivo na sociedade”.

O presidente da Câmara de Abrantes, Manuel Jorge Valamatos, saudou o trabalho desenvolvido ao longo destes 53 anos em atividade de formação, lembrou a sua condição de tramagalense. Foto: mediotejo.net

“Este é o nosso compromisso”, vincou. “Envolver os jovens num processo de formação não formal, usando um método original em que cada indivíduo desenvolve as suas competências ao seu próprio ritmo, tornando-os autónomos, solidários, responsáveis e comprometidos e ajudando-os na definição de um sistema de valores baseado em princípios espirituais, sociais e pessoais expressos na Promessa e na Lei”, missão para a qual disse contar com a “ajuda de todos os que colaboram ativamente com o Agrupamento: Pais, Amigos, Entidades, Instituições e Empresas que continuamente apoiam a nossa instituição e os nossos jovens, permitindo a realização dos diversos projetos por eles preparados”.

“Continuaremos a desempenhar a missão a que nos propusemos, e literalmente como enunciado no lema do nosso movimento – Sempre Alerta Para Servir”, concluiu.

Fotos: Jorge Santiago:

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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