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Sexta-feira, Julho 30, 2021

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Torres Novas/Lapas: Presidente da junta oferece-se para realizar obras camarárias

A reunião de Torres Novas descentralizada na união de freguesias de São Pedro, Lapas e Ribeira Branca decorreu no auditório de Lapas esta terça-feira, 7 de junho. Após uma visita durante a manhã a várias instituições da autarquia, a reunião juntou alguns populares.

O presidente, Júlio Clérigo, fez uma avaliação positiva da iniciativa, mantendo aberta a proposta que fez logo no início do encontro: pagar a junta de freguesia as obras de requalificação das estradas do cemitério e do Mouchão, que são da competência da Câmara Municipal.

A proposta surgiu logo no início da intervenção de Júlio Clérigo e obteve um elogio, pela “coragem”, do vereador Henrique Reis (PSD). Não chegaria no entanto a obter uma resposta objetiva do município. Júlio Clérigo mencionaria ainda outros problemas da freguesia, com a requalificação de largos, estradas e do centro histórico de Lapas, que será abrangido pelas áreas de reabilitação urbana (ARU).

Em declarações ao mediotejo.net no final da reunião, Júlio Clérico comentaria que a visita foi “interessante e clarificadora, porque deu para perceber que alguns vereadores não percebem a realidade que se está a viver” em algumas questões. “Noutras conhecem muito bem”, afirmou. A visita da manhã passou pelo Centro de Dia de São Silvestre, o Lar Padre Américo, a Associação Avós e Netos e o centro histórico de Lapas, “para mostrar a realidade do edificado” em ruínas.

Sobre esta última parte da visita, Júlio Clérigo mostrou alguma esperança na ARU de Lapas, uma vez que as moradias em ruínas são particulares. Já no que toca à proposta de recuperação das estradas do cemitério e do Mouchão, a sugestão mantém-se de pé, frisou. “A nossa preocupação é servir as pessoas”.

“Esta junta de freguesia quer apostar no apoio a crianças e idosos”, destacou Júlio Clérigo, não esquecendo as muitas estradas a precisar de arranjo. “Há prioridades, sobretudo no que toca aos acessos”, referiu. “Há um conjunto de coisas que são gritantes e precisam ser feitas”, insistiu.

O autarca lembrou ainda que seria necessário contratar mais funcionários, mas neste momento a junta não pode, por lei, abrir concursos.

Cláudia Gameiro, 32 anos, há nove a tentar entender o mundo com o olhar de jornalista. Navegando entre dois distritos, sempre com Fátima no horizonte, à descoberta de novos lugares. Não lhe peçam que fale, desenrasca-se melhor na escrita

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