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Quinta-feira, Maio 13, 2021

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Torres Novas | Trabalhadores da Rodoviária do Tejo em protesto esta quarta-feira

A direção regional de Santarém do STRUP/FECTRANS anunciou para esta quarta-feira, dia 8 de julho, às 10:30, em frente à sede da Rodoviária do Tejo, em Torres Novas, uma concentração para exigir o fim do lay-off nas empresas deste grupo que integra as Rodoviárias do Tejo, Lis e Oeste.

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Em comunicado, a direcção regional de Santarém do STRUP/FECTRANS, afeta à CGTP-IN, refere que “os trabalhadores das rodoviárias do Tejo, Lis e Oeste em lay-off viram drasticamente reduzidos os seus salários para cerca de 570 euros líquidos” e que, nesse sentido, “esta quarta-feira vão fazer uma concentração de protesto, em frente à sede da Rodoviária do Tejo, em Torres Novas”.

“Este grupo de empresas é propriedade da Barraqueiro/Arriva, cujo o maior acionista é Humberto Pedrosa, o mesmo que alega prejuízos nas empresas rodoviárias, mas negoceia milhões no setor aéreo, e da Transdev, grupo multinacional francês que ao longo de décadas transferiu para o estrangeiro os lucros gerados em Portugal”, pode ler-se na mesma nota informativa.

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Segundo o Sindicato, “desde o inicio da pandemia que esta empresas paralisaram a sua atividade que implica que os trabalhadores viram drasticamente reduzidos os seus salários para cerca de 570€ líquidos e as populações dos distritos de Santarém e Leiria viram-se confrontados com oferta de transporte público, apesar das empresas privadas de transporte rodoviário de passageiros continuarem a receber dinheiro do Estado”.

Os representantes dos trabalhadores referem ainda que, “ao recorrerem ao lay-off simplificado, estas empresas passaram os seus custos para a Segurança Social, ou seja, para todos os cidadãos que contribuem para ela contribuem e para os respetivos trabalhadores”.

“Mais uma vez fica demonstrado que para estas empresas privadas, quando há lucros eles são privados, mas na altura de crise os custos têm que ser públicos”, acusa.

A União dos Sindicatos do Distrito de Santarém manifesta-se “solidária” com estes trabalhadores e afirma que “estará também representada nesta concentração”.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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