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Sábado, Janeiro 22, 2022
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Torres Novas | Trabalhadores da Rodoviária do Tejo em protesto esta quarta-feira

A direção regional de Santarém do STRUP/FECTRANS anunciou para esta quarta-feira, dia 8 de julho, às 10:30, em frente à sede da Rodoviária do Tejo, em Torres Novas, uma concentração para exigir o fim do lay-off nas empresas deste grupo que integra as Rodoviárias do Tejo, Lis e Oeste.

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Em comunicado, a direcção regional de Santarém do STRUP/FECTRANS, afeta à CGTP-IN, refere que “os trabalhadores das rodoviárias do Tejo, Lis e Oeste em lay-off viram drasticamente reduzidos os seus salários para cerca de 570 euros líquidos” e que, nesse sentido, “esta quarta-feira vão fazer uma concentração de protesto, em frente à sede da Rodoviária do Tejo, em Torres Novas”.

“Este grupo de empresas é propriedade da Barraqueiro/Arriva, cujo o maior acionista é Humberto Pedrosa, o mesmo que alega prejuízos nas empresas rodoviárias, mas negoceia milhões no setor aéreo, e da Transdev, grupo multinacional francês que ao longo de décadas transferiu para o estrangeiro os lucros gerados em Portugal”, pode ler-se na mesma nota informativa.

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Segundo o Sindicato, “desde o inicio da pandemia que esta empresas paralisaram a sua atividade que implica que os trabalhadores viram drasticamente reduzidos os seus salários para cerca de 570€ líquidos e as populações dos distritos de Santarém e Leiria viram-se confrontados com oferta de transporte público, apesar das empresas privadas de transporte rodoviário de passageiros continuarem a receber dinheiro do Estado”.

Os representantes dos trabalhadores referem ainda que, “ao recorrerem ao lay-off simplificado, estas empresas passaram os seus custos para a Segurança Social, ou seja, para todos os cidadãos que contribuem para ela contribuem e para os respetivos trabalhadores”.

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“Mais uma vez fica demonstrado que para estas empresas privadas, quando há lucros eles são privados, mas na altura de crise os custos têm que ser públicos”, acusa.

A União dos Sindicatos do Distrito de Santarém manifesta-se “solidária” com estes trabalhadores e afirma que “estará também representada nesta concentração”.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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