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Domingo, Setembro 19, 2021

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Torres Novas | “Temos um país que não parou, que se reinventou” – Ana Catarina Mendes (c/áudio)

A líder parlamentar do PS, Ana Catarina Mendes, encontra-se a fazer um périplo pelos vários distritos do país, avaliando a situação económica das empresas mediante os impactos da pandemia.

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Na sexta-feira, 2 de julho, passou por Torres Novas, tendo tido uma reunião na NERSANT – Associação Empresarial da Região de Santarém, e visitado a empresa Digidelta. As impressões trazidas do setor empresarial foram positivas.  “Temos um país que não parou, que se reinventou”, afirmou Ana Catarina Mendes.

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“Os empresários fizeram um esforço titânico para enfrentar esta pandemia e com isso garantirem os postos de trabalho”, frisou Ana Catarina Mendes, em declarações à comunicação social depois da reunião com vários empresários na NERSANT. Para além dos layoffs, algumas empresas que não tiveram qualquer tipo de apoio também conseguiram manter postos de trabalho, adiantou.

Do distrito de Santarém, a responsável levou assim a perceção de que “as empresas não pararam” perante a pandemia e estão preocupadas com o seu futuro e o da região.

Neste sentido, Ana Catarina Mendes referiu que é necessário pensar num “triângulo” de intervenção, que aposte na formação de trabalhadores, aumento de mobilidade pela rede viária, e no garante de condições de habitabilidade, ou seja, habitação condigna. Com a chegada dos fundos do Plano de Recuperação e Resiliência, reiterou, a qualificação, a rede viária e a habitação devem ser as grandes apostas.

A líder parlamentar reconheceu que os impactos negativos da pandemia são “inevitáveis”, mas o Governo e os empresários “fizeram tudo o que estava ao seu alcance para minimizar esses efeitos”. “Agora é olhar para a frente”, concluiu, constatando que é preciso dar um “balão de oxigénio” às empresas.

Conforme reiterou, “temos um pais que não parou, que é positivo, que é empreendedor, que é criativo, que se reinventou e que verdadeiramente, com o Estado, quer que o país ande para a frente”.

Cláudia Gameiro, 32 anos, há nove a tentar entender o mundo com o olhar de jornalista. Navegando entre dois distritos, sempre com Fátima no horizonte, à descoberta de novos lugares. Não lhe peçam que fale, desenrasca-se melhor na escrita

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