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Torres Novas | Teatro Virgínia encerrado por tempo indeterminado

No contexto atual da infeção viral causada pelo novo coronavírus que conduziu à renovação da declaração do estado de emergência, com fundamento na verificação de uma situação de calamidade pública, a autarquia de Torres Novas anunciou, entre outras medidas, o encerramento, por tempo indeterminado, do Teatro Virgínia.

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Nesse sentido, a autarquia deu conta que todos os espetáculos previstos enquanto vigorar o estado de emergência serão reagendados para datas futuras, sendo os bilhetes já adquiridos válidos para as novas datas.

Caso o entenda, poderá pedir a devolução de bilhetes da seguinte forma:

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– Para os bilhetes adquiridos na bilheteira física do Teatro Virgínia devem enviar email para daf.tesouraria@cm-torresnovas.pt com a seguinte informação: nome, NIF, morada, IBAN (comprovativo do banco ou talão de multibanco) e cópia do bilhete do espetáculo.

– Para os bilhetes adquiridos on-line em https://www.bol.pt/ e nos pontos de venda aderentes Worten e Fnac deverão entrar em contacto direto com os mesmos. Os bilhetes adquiridos são válidos para a nova data.

A nova temporada no Teatro Virgínia arrancaria com um concerto de Samuel Úria e o álbum ‘Canções do Pós-Guerra’, num concerto que esteve marcado para dia 09 e depois para dia 15 de janeiro, e que fica agora adiado para uma data a anunciar. Este sábado, dia 16 de janeiro, seria a vez do espetáculo ‘A Grande Viagem do Pequeno Mi’, subir a palco, e queria  contar também com várias sessões para escolas.

Adiada fica também a peça de teatro ‘Nos tempos de Gungunhana’, de Klemente Tsamba, a par de uma oficina de percussão, na sede da Banda Operária Torrejana, com a participação do artista e ‘SYN.Tropia’, de Yola Pinto e Simão Costa, um concerto/dança para surdos e outras audições que decorreria a 22 de janeiro para escolas e no dia seguinte para público em geral.

A fechar o mês de janeiro, no dia 30, seria a vez de ?FAKE’, de Inês Barahona e Miguel Fragata, uma peça que explora as tensões entre a verdade e a mentira, informação e desinformação, crenças individuais e coletivas, e uma oficina de sensibilização para a desinformação destinada ao ensino secundário bem como a professores e mediadores que estava prevista para dias 26 e 27.

Se a evolução da pandemia o permitir, a programação de fevereiro arrancará no dia 06, às 19:00, com o espetáculo de dança ‘Quarta-feira: o tempo das cerejas’, de Cláudia Dias, o terceiro episódio do ciclo ?Sete Anos Sete Peças’.

A 13 de fevereiro, às 19:00, Paulo Gonzo subirá ao palco do Teatro Virgínia no âmbito do Festival ‘Às Vezes o Amor’.

Se as nossas atitudes permitirem o abrandamento da atual evolução da pandemia, os espetáculos culturais poderão regressar em fevereiro. Resta pedir a todos que se protejam e que cada faça a sua parte para travar este novo ciclo de evolução pandémica e de confinamento devido a um aumento histórico de casos covid-19 na região e no país.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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