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Quarta-feira, Julho 28, 2021

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Torres Novas: Teatro Virgínia celebra 60 anos de espetáculos

O Teatro Virgínia, em Torres Novas, anunciou para os próximos meses um programa comemorativo dos seus 60 anos de existência e que vai contar com artistas tão diversificados como Sérgio Godinho, GNR, Materiais Diversos, Wim Mertens e uma exposição sobre a atriz torrejana Virgínia da Silva, entre outras propostas que vão marcar seis décadas de espetáculos.

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Apresentada hoje em conferência de imprensa, a programação até ao final do ano do Teatro Virgínia (TV) é marcada pelas comemorações de duas datas (da inauguração do edifício, em 27 de outubro de 1956, e da sua remodelação, em 13 de outubro de 2005), evocando a atriz que lhe deu o nome, e pela continuação na aposta por um conjunto de espetáculos que tornam este espaço cultural “uma referência nacional”.

“É a identidade que faz com que tenhamos noção daquilo que é ser português”, começou a vereadora Elvira Sequeira na apresentação do programa do Teatro Virgínia para setembro, outubro, novembro e dezembro, na manhã de 5 de setembro, segunda-feira. Razão pela qual a agenda aposta numa componente dedicada à memória de figuras torrejanas.

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Esta é uma “agenda de celebração sobre os 60 anos do Teatro”, mas também de “uma visão futurista que tornou possível esta casa”, continuou o diretor artístico do Virgínia, Rui Sena. “Muitas vezes são os municípios que se sobrepõem ao próprio Estado” nas questões culturais, salientou, elogiando a equipa que o acompanha.

Com o concerto final do Estágio para Jovens Instrumentistas Torrejanos, promovido pelo Choral Phydellius e dirigido pelo maestro Pedro Neves, a marcar, no próximo sábado, o arranque da temporada, o mês de setembro trará ao Virgínia mais uma edição, a oitava, do Festival Materiais Diversos, que arranca dia 15 com espetáculos que vão passar, até dia 24, por Minde, Alcanena e Torres Novas.

O presidente da Câmara de Torres Novas, Pedro Ferreira, lembrou que tinha quatro anos quando o Teatro Virgínia foi inaugurado e que acompanhou a sua existência, tendo sido já como vice-presidente do município que se apostou na sua recuperação com fundos comunitários. Mostrou assim a sua satisfação por “60 anos de sucesso”, que tornaram o Virgínia uma referência nacional.

“Esperamos que o orçamento de 2017 traga verba para resolver coisas que estão menos bem…”, adiantou ainda o autarca, sem, contudo, acrescentar mais detalhes. Segundo Rui Sena todo o edifício do Teatro precisa de uma intervenção e é necessária a substituição de alguns equipamentos. Referiu também que gostaria de ter um espaço para espetáculos mais pequenos, sugestão que Pedro Ferreira referiu que poderia ser equacionada “com um pouco de criatividade”.

Além da passagem do Festival de Materiais Diversos, em setembro, o programa do Teatro Virgínia contempla a atuação de Sérgio Godinho (1 de outubro), GNR (29 de outubro), Matiné Dançante (30 de outubro), Wim Mertens (5 de novembro), TGB (12 de novembro) e Harlem Gospel Choir (10 de dezembro).

Quanto às ofertas de teatro, destaque para o espetáculo “Uma menina está perdida no seu século à procura do Pai”, da autoria de Gonçalo M. Tavares (3 de dezembro), ou “Museu da Existência”, de Amarelo Silvestre (18 e 19 de novembro).

Cláudia Gameiro, 32 anos, há nove a tentar entender o mundo com o olhar de jornalista. Navegando entre dois distritos, sempre com Fátima no horizonte, à descoberta de novos lugares. Não lhe peçam que fale, desenrasca-se melhor na escrita

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