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Quarta-feira, Agosto 4, 2021

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Torres Novas: Teatro Virgínia acolhe espetáculo para crianças este sábado

“E Se Tudo Fosse Amarelo?” é o nome do espetáculo para crianças que vai subir ao palco do Teatro Virgínia, em Torres Novas, este sábado, dia 27 de fevereiro, a partir das 11h.

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Com direção artística de Sílvia Real, do Grupo 23, este espetáculo de teatro para crianças, dos 6 aos 10 anos, tem lotação limitada a 90 lugares e os bilhetes têm o custo de 3 euros.

Segundo Sílvia Real, neste espetáculo “brincamos à volta de algumas reivindicações que as crianças têm para com os seus pais e para com o mundo em geral. Depois evoluímos para uma nova ideia – o erro”. Trata-se de uma cocriação com um grupo de crianças, a que se juntaram outros colaboradores com quem partilha grandes afinidades artísticas. “A partitura do espetáculo, ou guião, como chamamos nos nossos ensaios, é feita a partir das ideias das crianças em fusão com as minhas e dos colaboradores cocriadores do espetáculo. A cocriação com estas crianças acontece de três maneiras distintas. Através dos comentários dramatúrgicos, na construção dos personagens e na criação da música. Estas crianças gostam de pensar e querem manifestar as suas opiniões. A argumentação cresce simultaneamente com os seus corpos. O pensamento surge cada vez com mais intensidade”, destaca a diretora artística.

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Sílvia Real iniciou os seus estudos em dança clássica com Luna Andermatt. Estudou dança, teatro e voz no London Studio Centre, London Contemporary Dance School. Frequentou o Lee Strasberg Theatre Institute de Nova Iorque. Foi bolseira da Secretaria de Estado da Cultura, do Instituto Português das Artes do Espetáculo e da Fundação Calouste Gulbenkian/FLAD. Participou no projeto International Dancemakers Lab/MultiArts Project, em Nova Iorque; no Skite 92, em Paris e Skite 94, em Lisboa; no European Choreographic Forum 3, em Dartington e no Bates Festival 95, no Maine.

Foi cofundadora e intérprete da companhia Re.Al/João Fiadeiro e colaborou com Luís Castro no espetáculo “Escravo doutros”. Desde 1995 estreou e interpretou diversos espetáculos. Em 2013 assumiu, juntamente com a EIRA/Francisco Camacho, a dinamização do Teatro da Voz. É diretora artística, coordenadora pedagógica do Centro de Formação Artística / Teatro da Voz. Desde 2011 que trabalha com crianças na Escola Voz do Operário e desde 2013 no Teatro da Voz.

Entrou no mundo do jornalismo há cerca de 13 anos pelo gosto de informar o público sobre o que acontece e dar a conhecer histórias e projetos interessantes. Acredita numa sociedade informada e com valores. Tem 35 anos, já plantou uma árvore e tem três filhos. Só lhe falta escrever um livro.

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