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Terça-feira, Outubro 26, 2021

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Torres Novas | Rodrigues dos Santos (CDS) pede “força” para “derrotar o socialismo”

O presidente do CDS-PP apelou ao voto na Chamusca e em Torres Novas, pedindo “força” para “derrotar o socialismo” nestas autárquicas, e recusou estar incomodado com Nuno Melo ou Paulo Portas por participarem na campanha.

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O dia de campanha de sexta-feira arrancou na Chamusca, onde Francisco Rodrigues dos Santos acompanhou o candidato da coligação PSD/CDS-PP, Tiago Prestes, numa arruada. Num município liderado pelo PS, que sucedeu à CDU em 2013, a prioridade foi pedir “força aos eleitores” e votos nesta “candidatura muito forte”.

Às poucas pessoas com que a comitiva se deparou na rua e esplanadas de cafés, o presidente do partido apresentou o candidato que dispensa apresentações, pois era conhecido de quase todos e alguns até “de ginjeira”, e distribuiu canetas e panfletos com o programa e as caras da coligação.

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“Leia as propostas e dê-nos força para virarmos a página do socialismo”, foi esta a mensagem mais repetida ao longo da manhã. O objetivo é “sentar Tiago Prestes na cadeira do presidente” no dia 26 e “mudar a terra”, indicou.

Nos breves momentos de conversa com cada popular, Francisco Rodrigues dos Santos queria saber se as pessoas estavam bem e “de saúde” e se a “vida corre bem” e recebeu desejos de sucesso e felicidades.

Já depois de almoço, na segunda arruada do dia com o candidato a Torres Novas, Tiago Ferreira (coligação PSD/CDS), Rodrigues dos Santos apelou ao Governo que negoceie com os partidos, no âmbito do Orçamento do Estado para o próximo ano, uma descida dos impostos dos combustíveis e da eletricidade.

“O preço da energia em Portugal tem-se agravado ao longo dos últimos meses, não tem parado de subir, tem disparado. Isto tem um impacto brutal no orçamento das famílias e também das empresas”, disse Francisco Rodrigues dos Santos em declarações aos jornalistas no final de uma arruada em Torres Novas, no âmbito da campanha para as eleições autárquicas de 26 de setembro.

Na sua ótica, o Governo “devia imediatamente iniciar negociações no parlamento para que no próximo Orçamento do Estado baixasse os impostos em ambas as faturas, quer do combustível, quer da eletricidade”.

PSD concorre coligado em Torres Novas e Rodrigues dos Santos (CDS) pediu “força” para “derrotar o socialismo”. Foto: Facebook/Tiago Ferreira

Referindo o projeto de lei apresentado pelo CDS-PP com vista à eliminação do aumento do Imposto Sobre Produtos Petrolíferos (ISP), rejeitado no parlamento, o líder democrata-cristão afirmou que o partido “fez essa parte ao nível dos combustíveis”.

“Agora, ao nível da eletricidade, eu creio que uma vez que esta questão já ficou pendurada há dois anos seria altura de a reatar, procurando um diálogo com todas as forças políticas de modo a que houvesse um abaixamento de impostos responsável e acomodar essa descida cortando também na despesa do Estado para facilitar a vida das famílias e das empresas na fatura da eletricidade”, defendeu.

O presidente do CDS-PP apelou ao voto na Chamusca e em Torres Novas, pedindo “força” para “derrotar o socialismo” nestas autárquicas. Foto: Facebook/Tiago Ferrera

A eletricidade vai aumentar, a partir de 01 de outubro, com a Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) a determinar uma subida de 1,05 euros por mês para a maioria dos consumidores em mercado regulado.

Uma das taxas inseridas na fatura da eletricidade é a contribuição audiovisual, que financia o serviço público de radiodifusão e televisão, e Francisco Rodrigues dos Santos considerou que “escondê-la na fatura da eletricidade não é de boa fé nos dias de hoje”.

c/LUSA

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

Agência de Notícias de Portugal

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