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Torres Novas | Ribeira da Boa Água já está a ser limpa

Arrancaram na quinta-feira, 17 de novembro, os trabalhos de limpeza dos cerca de 4,5 quilómetros da Ribeira da Boa Água, ação que a Câmara de Torres Novas tinha assumido para sua responsabilidade por forma a que decorresse com a máxima rapidez possível. O prazo de execução dos trabalhos é de 30 dias e custará 16 mil euros.

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O presidente da Câmara, Pedro Ferreira, já havia explicado em assembleia municipal que o município preferia encarregar-se desta limpeza, por forma a minorar com urgência os efeitos da poluição que ali se tem feito sentir no último ano com intensidade. Os trabalhos decorrem a jusante da Fabrióleo, empresa sobre quem recaem a maioria das queixas relativas aos maus cheiros e descargas poluentes para a ribeira.

Segundo a nota informativa da Câmara Municipal, “na sequência da recente visita ao local, conjuntamente com a Comissão da Assembleia Municipal de Torres Novas de Acompanhamento do Rio Almonda, coube à autarquia promover uma intervenção, com recurso à contratação de uma prestação de serviços, sob orientação da Agência Portuguesa do Ambiente, que delegou no Município de Torres Novas essa competência, tendo disponibilizado apoio técnico para acompanhamento dos trabalhos, dada a urgência da situação decorrente da poluição verificada no Ribeiro do Serradinho e na Ribeira da Boa Água, cuja intervenção visa possibilitar um maior controlo e fiscalização das águas”.

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A intervenção contempla a remoção de detritos e corte de vegetação, para que se possa obstruir o fluxo ao longo da ribeira. Abrange assim “a linha de água situada no aglomerado urbano, competência do município, e ainda parte da linha de água, em frente particular, fora do aglomerado urbano”, explica.

Nesta fase, adianta o município, a limpeza e remoção de resíduos vai realizar-se “a jusante da Fabrióleo até ao centro da cidade numa extensão de 4,520 km, com um preço base de adjudicação de 16.046,00 euros + I.V.A. e com um prazo de execução de 30 dias”. “A intervenção ocorre de jusante (da foz) para montante (para a nascente), promovendo a vazão natural da linha de água e sem introduzir alterações significativas no seu percurso normal”, continua. A limpeza das margens irá ocorrer numa faixa de cinco metros para cada lado.

Cláudia Gameiro, 32 anos, há nove a tentar entender o mundo com o olhar de jornalista. Navegando entre dois distritos, sempre com Fátima no horizonte, à descoberta de novos lugares. Não lhe peçam que fale, desenrasca-se melhor na escrita

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