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Torres Novas | Riachos já tem cabine telefónica de leitura

Na quarta-feira, 7 de agosto, a Fundação Altice inaugurou a primeira cabine de leitura da zona de Torres Novas, nomeadamente numa antiga cabine telefónica na vila de Riachos.

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“À semelhança das mais de três dezenas de microbibliotecas já distribuídas um pouco por todo o país, nomeadamente como são disso exemplo as recentemente inauguradas nos arquipélagos dos Açores e da Madeira, este novo espaço de leitura é dinamizado pela Fundação Altice, que reaproveita cabines telefónicas, e mediante parcerias com entidades autárquicas ou outras, assegura a sua adaptação e instalação com o objetivo de estreitar laços comunitários, exercitar a cidadania e fomentar a leitura num espaço
totalmente inesperado, com o mote: «Levar, doar, ler, devolver»”, adianta a Altice em nota de imprensa.

Na sessão de inauguração da Cabine de Leitura estiveram presentes os presidentes de Torres Novas e de Riachos, assim como o presidente executivo da Altice Portugal, Alexandre Fonseca, entre outras entidades oficiais. Marcaram também presença a representante da parceria do projeto “Livros em Vaivém” e responsável da Rede de Bibliotecas Escolares, Paula Santana.

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Alexandre Fonseca referiu que “na Altice Portugal acreditamos que o conceito de educação é fundamental e um dos pilares mestres do desenvolvimento das sociedades modernas. E desta vez trazemo-lo a Riachos, porque para nós, Altice Portugal, e dentro daquilo que é o nosso conceito de proximidade, acreditamos que este conceito se faz também de iniciativas como esta, garantindo iguais oportunidades de acesso à educação e à cultura. Esperamos que este espaço se torne num local de confraternização, um veículo para desenvolver os laços entre as pessoas e as comunidades, porque no fim do dia, o desenvolvimento social faz-se efetivamente da criação destes laços”.

Estas cabines de leitura pretendem transformar-se em bibliotecas comunitárias. As antigas cabines telefónicas da Altice Portugal permitem “materializar uma iniciativa de promoção da leitura pela integração no seu interior, não de um telefone público, mas de um conjunto de livros, numa consagração do ato de ler”.

“A reconversão das cabines telefónicas antigas inspira-se num movimento iniciado na pequena aldeia de Westbury-sub-Mendip, no sudoeste de Inglaterra, onde os seus moradores procuraram transformar uma das cabines telefónicas classicamente encarnadas na mais pequena biblioteca do mundo”, explica a mesma fonte.

“Em Portugal, este projeto iniciou-se pela mão da Fundação PT, em 2013, em Barcelinhos, tendo o sucesso da ação justificado, ao longo dos anos, o enraizamento um pouco por todo o país, incluindo Açores e Madeira, acima de 30 cabines telefónicas transformadas em diversos tipos de equipamento urbano, espaços criativos, vocacionados para a leitura”, termina.

Em Riachos, a cabine encontra-se no Largo Manuel Simões Serôdio. Há dois horários de funcionamento: de inverno das 11h00 às 20h00 e de verão das 12h00 às 24h00, sendo que os utilizadores podem escolher um livro de cada vez, preenchendo os formulários disponíveis na cabine (nome, contato e titulo do livro), devolvendo o livro no final da leitura.

Cláudia Gameiro, 32 anos, há nove a tentar entender o mundo com o olhar de jornalista. Navegando entre dois distritos, sempre com Fátima no horizonte, à descoberta de novos lugares. Não lhe peçam que fale, desenrasca-se melhor na escrita

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