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Sábado, Janeiro 22, 2022
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Torres Novas: PSP tem a partir de hoje 487 novos agentes

Realizou-se hoje, sexta-feira, na Escola Prática de Polícia (EPP), em Torres Novas, a cerimónia de encerramento do 12º Curso de Formação de Agentes (CFA), tendo resultado na formação de 487 novos agentes da PSP.

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A cerimónia, que foi presidida pela Ministra da Administração Interna, Constança Urbano de Sousa, contou ainda com a presença do Diretor Nacional da PSP, entre outras entidades, que assistiram ao final de um curso que teve o seu início no dia 23 de novembro de 2015 e decorreu em regime de internato na Escola Prática de Polícia, em Torres Novas.

Em nota de imprensa, a PSP refere que foram admitidos 500 alunos e concluíram com êxito 487, sendo 45 do sexo feminino e 442 do sexo masculino, com uma média de idades de 24 anos.

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Do total de alunos admitidos inclui-se 1 bacharelato, 56 licenciados e 5 mestres.

No decorrer da cerimónia foi entregue uma lembrança aos pais do Patrono do 12º CFA. o agente João Carlos Lopes Raínho que faleceu em serviço no dia 25 de fevereiro de 2015, na linha de comboio em Sacavém, quando perseguia suspeitos da prática de crime.

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Foram ainda entregues ao Centro de Reabilitação e Integração Torrejano, 3 cadeiras de rodas e outro material ortopédico, produto da II – Campanha Um Euro Pró CRIT, que decorreu junto dos alunos formadores e pessoal do quadro orgânico da EPP, ação de solidariedade social desenvolvida no âmbito do processo de implementação do projeto de qualidade, no reforço do valor da responsabilidade social.

Após a conclusão do curso com aproveitamento, os candidatos ingressam na categoria de Agentes da carreira de Agentes da PSP, ficando num período experimental com a duração de um ano.

Trinta e dois dos novos agentes vão ser colocados no Comando Regional dos Açores e os restantes 455 no Comando Metropolitano de Lisboa.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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