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Terça-feira, Janeiro 25, 2022
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Torres Novas | Presidente saúda regresso da cirurgia ao hospital da cidade (c/vídeo)

Cerca de 40 profissionais, entre médicos e enfermeiros de especialidades cirúrgicas, administrativos e assistentes operacionais, chegaram esta segunda-feira, 27 de março, ao Hospital de Torres Novas, para reforçar o serviço de cirurgia, reaberto com o novo bloco operatório. Vieram do Hospital de Santarém e ficarão enquanto este estiver em obras, até ao final de 2017. O futuro desta equipa em 2018 ainda é incerto, mas o presidente da Câmara de Torres Novas, Pedro Ferreira, garante que o bloco operatório não vai tornar a fechar.

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“Um Hospital que não tenha um bloco operatório a funcionar não tem razão de ser”, começou por afirmar Pedro Ferreira numa conferência de imprensa na tarde de segunda-feira, 27 de março. O desafio para que o Hospital de Santarém utilizasse o bloco operatório de Torres Novas enquanto realizasse obras no seu espaço já tem dois anos e a demora da resposta fez com que se equacionasse fazer a mesma proposta a Leiria. Os Hospitais chegaram finalmente a acordo e esta segunda-feira cerca de 40 técnicos de Santarém começaram a trabalhar em Torres Novas, tendo-se escolhido os que viviam mais próximo do concelho. “É bom para eles, é bom também para nós”, constatou Pedro Ferreira.

Com a abertura deste bloco operatório os utentes da região mais a oeste do Médio Tejo passam a possuir um espaço próprio em caso de necessidade de cirurgia. Santarém mantém um ambulatório, funcionando em Torres Novas um bloco operatório convencional, esclareceu Pedro Ferreira.

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Reaberto o serviço, o objetivo agora é que este não torne a fechar, mesmo depois de findas as obras em Santarém. “Ninguém sabe depois o futuro”, reconheceu o autarca, deixando porém a garantia que “o bloco operatório não vai fechar”, agradecendo a solidariedade que existiu entre hospitais para que se pudesse chegar a esta acordo.

O Hospital de Torres Novas padece no entanto ainda de algumas fragilidades, reconheceu Pedro Ferreira. Nesta lista está a divisão do serviço de cardiologia com Abrantes, que deixou algum sentimento de perda em termos de resposta aos utentes. O autarca explicou porém que, apesar da diminuição do número de camas e alguns cuidados, Torres Novas manteve a resposta imediata para os problemas cardíacos.

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O presidente da Câmara terminaria a sua intervenção a adiantar que vai ser proposto em sede de executivo camarário a aquisição de uma viatura médica que possa dar apoio ao novo bloco operatório.

O Hospital de Santarém lançou, no terceiro trimestre de 2016, os concursos públicos para as obras e apetrechamento do Bloco Operatório Central e do Bloco de Partos, prevendo a conclusão da obra para o final deste ano. Na fase transitória, a atividade operatória do Hospital tem sido garantida por dois blocos temporários para cirurgia eletiva e por três salas de cirurgia de ambulatório de que o hospital dispõe, passando agora a contar com as duas salas operatórias que equipou no hospital de Torres Novas e que utilizará até à abertura dos novos blocos operatórios, refere a agência Lusa. O Hospital de Santarém tem igualmente ao seu dispor uma Unidade de Internamento com 28 camas no Hospital de Torres Novas, para utilizar de acordo com as suas necessidades.

As obras em curso no Hospital de Santarém, com um valor base de 5,5 milhões de euros totalmente suportados por fundos do próprio hospital, incluem a requalificação e ampliação de quatro para cinco salas do Bloco Operatório Central, permitindo um aumento de 25% da capacidade instalada. Por outro lado, a requalificação, remodelação e modernização do Bloco de Partos irá permitir a criação de salas para dilatação e parto e sala operatória “com todas as condições para a mulher, acompanhante e profissionais”, segundo informações do Hospital dadas à Lusa em novembro.

Além das obras, o projeto inclui o apetrechamento com sistema de AVAC (aquecimento, ventilação e ar condicionado) que responda às exigências e especificidades dos blocos e reapetrechamento técnico, tecnológico e de inovação.

C/LUSA

Cláudia Gameiro, 32 anos, há nove a tentar entender o mundo com o olhar de jornalista. Navegando entre dois distritos, sempre com Fátima no horizonte, à descoberta de novos lugares. Não lhe peçam que fale, desenrasca-se melhor na escrita

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