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Segunda-feira, Julho 26, 2021

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Torres Novas pela primeira vez na rota do Festival Misty Fest

A sétima edição do Misty Fest incluiu este ano Torres Novas na sua rota, um evento que abre no dia 01 de novembro, em Lisboa, com o ‘cantautor’ britânico Piers Faccini, “e apresentará números que vão superar as edições anteriores”, antecipou a organização.

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De 01 a 12 de novembro apresentar-se-ão 21 projetos artísticos “de diferentes mundos sonoros”, apresentando-se Torres Novas como uma estreia na rota deste festival que vai passar por 10 cidades portuguesas.

A programação do evento foi apresentada na terça-feira pela produtora Uguru, que organiza o festival, que destacou “o novo projeto ‘indie-pop’ de Rodrigo Leão & Scott Matthew, Wim Mertens, com o novo álbum clássico-pop, José James e Enrico Rava, representantes do novo jazz, o consagrado Hindi Zahra e ainda o argentino Melingo”, dando a Piers Faccini “as honras de abertura”.

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O cartaz completo do Festival inclui ainda Carmen Souza & Thei Oascal Trio, Dom la Nena, Hindi Zahra, Andrew Bird, Cass Mccombs Band, o projeto “De viva voz”, que inclui as Cramol, Maria Monda, Segue-me à Capela e Sopa da Pedra, Peter Broderick, Dino d’Santiago, Selma Uamusse e Teresa Lopes Alves.

Entre as dez cidades que recebem o certame, Loulé, Leiria, Torres Novas, Ponta Delgada e Évora, fazem-no pela primeira vez, enquanto as repetentes são Lisboa, com 14 espetáculos, Porto, com nove, Espinho e Coimbra, num total de 15 salas “prontas a receber, com as exigências de qualidade sonora e conforto”, que a produtora afirma querer “dar a artistas e público, a tempo e horas”.

Este ano, o Misty Fest projeta alcançar os “cerca de 32.000 espetadores” e, pela primeira vez, disponibiliza sete passes distintos para as cidades de Lisboa e Porto.

Os números anteriores apontam para um total de 34 espetáculos, durante duas semanas.

c/Lusa

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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