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Quinta-feira, Setembro 16, 2021

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Torres Novas | Pedro Barroso comemora «50 anos de música e palavras» com concerto no Teatro Virgínia

Torres Novas, com um Teatro Virgínia completamente esgotado, recebe este sábado, a partir das 21:30, o concerto comemorativo dos «50 anos de música e palavras» de Pedro Barroso, uma das míticas vozes da música portuguesa.

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Cantor de intervenção e defensor da liberdade, fez questão de estar entre os seus conterrâneos e amigos de sempre, numa noite de grandes emoções que vai assinalar os seus 50 anos de carreira. Cantautor de renome, foi com efeito, uma das vozes de Abril, em tempos de luta pela democracia e pela liberdade. Neste concerto recordará alguns dos seus maiores êxitos, entre tantas canções criadas ao longo da vida. E também não faltarão convidados e amigos. Uma noite para lembrar em festa uma vida cheia de música e palavras. Uma noite também, decerto, para viver muitas emoções. “Daqui sempre saí e aqui voltei. Esta é a minha terra. Aqui pertenço”, afirmou Pedro Barroso.

Músico, autor e compositor, nasce em Lisboa (28.11.1950) mas com poucos dias vai para Riachos (concelho de Torres Novas), terra de seu pai. Inicia aos 10 anos estudos na Fundação Musical dos Amigos das Crianças, de Adriana de Vechi. Estreia-se muito jovem no Teatro Radiofónico (1965) e, como cantautor, no programa “Zip-Zip” (1969), grava o EP “Trova-dor” (1970). Com mais de 30 discos editados), publicou também poesia.

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Em 1994 foi nomeado como “Ribatejano ilustre” pela Casa do Ribatejo. Em 1998, por amizade com José Saramago (Prémio Nobel da Literatura), torna-se num dos muito poucos autores que com ele compartilha obra editada, sendo coautor do tema “Afrodite”. Em 2008 foi distinguido pela Associação 25 Abril. Em 2017 recebe a Medalha de Honra da Sociedade Portuguesa de Autores, pelo seu exemplo de vida e obra.

Comunicador de referência, é apontado como o último “Trovador” português.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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