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Torres Novas | Olaia e Paço abre Espaço do Cidadão e quer Centro de Dia (c/áudio)

A União de Freguesias de Olaia e Paço já tem a funcionar na Lamarosa um Espaço do Cidadão, uma antiga aspiração do presidente da Junta. Helder Rodrigues, há 24 anos a gerir os destinos da freguesia, hoje União de Freguesias, é um defensor dos serviços de proximidade e reclama agora pela construção de um Centro de Dia que sirva uma população cada vez mais envelhecida.

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“Os serviços disponibilizados por este Espaço do Cidadão são muito importantes porque vêm ao encontro da população”, notou o autarca, “defensor número um” da descentralização e de serviços públicos de proximidade, tendo aproveitado a oportunidade para lembrar que a antiga escola primária de Lamarosa é um espaço excelente para instalar um Centro de Dia que sirva a população, uma das principais carências daquela União de Freguesias do concelho de Torres Novas.

ÁUDIO HELDER RODRIGUES, PRESIDENTE UF DE OLAIA E PAÇO:

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Em declarações ao mediotejo.net, o presidente da Câmara Municipal de Torres Novas, Pedro Ferreira (PS) diz que todas as sedes de freguesia do concelho vão ficar dotadas de Espaços do Cidadão até final do presente ano com 9 Espaços do Cidadão em 10 freguesias, sendo que a cidade irá receber uma Loja do Cidadão em 2021 no Convento do Carmo, num investimento na ordem de um milhão de euros.

ÁUDIO PEDRO FERREIRA, PRESIDENTE CM TORRES NOVAS:

No concelho de Torres Novas foram já inaugurados os Espaços do Cidadão de Chancelaria, Assentis, Brogueira, Pedrógão, Zibreira e Lamarosa, que funcionam no edifício da respetiva junta de freguesia, reunindo num único balcão serviços de diferentes entidades, complementando a rede de Lojas do Cidadão e permitindo servir melhor o cidadão, de forma mais rápida e próxima, evitando deslocações à cidade. Todos os espaços foram adaptados para assegurar o acesso a pessoas com mobilidade reduzida, sendo a gestão dos mesmos partilhada pelo município e pela AMA – Agência para a Modernização Administrativa.

Nestes novos balcões o utilizador pode, por exemplo, renovar o Cartão do Cidadão ou alterar a morada, tratar da Carta de Condução, solicitar nova senha ou uma caderneta predial junto da Autoridade Tributária, apresentar despesas junto da ADSE, tratar de assuntos relativos a emprego e formação profissional, solicitar o Cartão Europeu de Seguro de Doença ou realizar os serviços e-fatura, entre muitos outros.

Espaço do Cidadão em Olaia e Paço. Foto: DR

Os serviços a disponibilizar incluem: ADSE; Caixa Geral de Aposentações; Segurança Social; Portal do Cidadão; Direção Geral do Consumidor; Serviço de Estrangeiros e Fronteiras; Instituto da Mobilidade Terrestre; Autoridade para as Condições de Trabalho; Inspeção-geral das Atividades Culturais; Direção Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas; Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana e serviços partilhados do Ministério da Saúde.

O presidente da Câmara destacou ainda o facto de os cidadãos poderem agora aceder aos serviços digitais disponibilizados pela Administração Central, “sem precisarem de sair do local de residência”, proporcionando também, esta descentralização, “uma diminuição no tempo de espera para atendimento”, já que os serviços deixam de estar concentrados num só local.

Este modelo permite ainda promover a literacia digital por via do apoio assistido na prestação dos serviços públicos digitais, “cabendo aos funcionários destacados para o efeito esse acompanhamento de proximidade”.

O presidente da União de Freguesias lembrou a necessidade de um Centro de Dia que sirva a população mais idosa. Foto: DR

Quanto ao Centro de Dia para a União de Freguesias de Olaia e Paço, o autarca disse que se está à procura de uma solução para resolver o problema, tendo feito notar que aquela freguesia é a única sem esse apoio direto à população, ou seja, a população tem acesso ao serviço mas não tem um espaço na localidade dedicado para o efeito. O que está em causa, deu conta Pedro Ferreira, é que surja uma Instituição Particular de Solidariedade Social que possa assumir a gestão do futuro espaço, situação que deverá ser encontrada no seio das forças vidas da comunidade.

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Mário Rui Fonseca
A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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