Apoie o jornalismo que fazemos,
junte-se à nossa Comunidade de Leitores

- Publicidade -

Quarta-feira, Maio 12, 2021

Apoie o jornalismo que fazemos, junte-se à nossa Comunidade de Leitores

- Publicidade -

Torres Novas | Nova revista NERVO é ponto de encontro da poesia contemporânea

Os poetas contemporâneos têm um novo ponto de encontro a partir de dia 12 de janeiro com o lançamento online da revista “NERVO – colectivo de poesia”. A publicação quadrimestral inspirada nas palavras de Agustina Bessa-Luís – “As coisas só existem porque há poetas por perto” – foi criada para divulgar a poesia de forma transversal a gerações e à fama dos autores.

- Publicidade -

O primeiro número editado por Maria F. Roldão junta 15 poetas de seis nacionalidades que levam os leitores numa viagem poética por Portugal, Brasil, Costa Rica, Eslováquia, Índia e Moçambique. As cores da “paisagem” foram pintadas pelos artistas plásticos Luís Nobre e Horácio Gomes, sendo o último responsável pela capa, e a tradução assegurada por Sérgio Ninguém e Élia Calvo.

Capa do primeiro número. Foto: DR

- Publicidade -

Esta sexta-feira o mundo fica a conhecer poemas inéditos dos portugueses Ana Horta, André Tecedeiro, Andreia Faria, Carlos Clara Gomes, Elisabete Marques Fernando Pinto do Amaral (Fernando PA), Luís Filipe Parrado, Maria F. Roldão, Marta Navarro e Rui Tinoco. Do Brasil chega a poesia de Daniel Da Rocha Leite, de Moçambique a de Isabel Santos Gil, da Costa Rica a de José María Zonta (Jm Zonta), da Eslováquia a de Mária Ferenčuhová e da Índia a de Sonnet Mondal.

A nova “NERVO – colectivo de poesia” pode ser adquirida mediante envio do pedido para o e-mail nervo.colectivodepoesia@gmail.com, sendo este o contacto a utilizar para solicitar informações e apresentar propostas de colaboração.

Nasceu em Vila Nova da Barquinha, fez os primeiros trabalhos jornalísticos antes de poder votar e nunca perdeu o gosto de escrever sobre a atualidade. Regressou ao Médio Tejo após uma década de vida em Lisboa. Gosta de ler, de conversas estimulantes (daquelas que duram noite dentro), de saborear paisagens e silêncios e do sorriso da filha quando acorda. Não gosta de palavras ocas, saltos altos e atestados de burrice.

- Publicidade -
- Publicidade -

COMENTÁRIOS

Please enter your comment!
O seu nome