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Quinta-feira, Outubro 21, 2021

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Torres Novas | Município quer obras na Avenida do Bom Amor em 2018

Na sequência da colisão entre várias viaturas, dia 3 de dezembro, na variante da Avenida do Bom Amor, em Torres Novas, da qual resultaram vários feridos, o presidente da Câmara de Torres Novas, Pedro Ferreira, enviou um ofício à Infraestruturas de Portugal (IP) apelando à assinatura do protocolo que vai colocar a responsabilidade da execução do projeto das necessárias obras no município. A data assinalada é 2018.

A estrada  EN 349 pertence à IP e o município já se havia disponibilizado anteriormente para se responsabilizar pelas obras, na sequência dos vários acidentes que se têm registado na avenida. Na reunião camarária de 12 de dezembro, terça-feira, Pedro Ferreira leu o mais recente ofício que enviou à instituição, apelando por medidas urgentes, mesmo que temporárias.

No texto, ao qual o mediotejo.net teve acesso, pode ler que “conforme acordado na última reunião, aguarda-se a vossa proposta de minuta de protocolo através da qual este município irá assumir em 2018, com a vossa supervisão, a execução do projeto que visa reforçar a segurança rodoviária da EN 349, também designada por Avenida do Bom Amor”.

“Na verdade, não fosse o recente e gravoso acidente (mais um) ocorrido no passado dia 3 de Dezembro que envolveu cinco viaturas e provocou seis feridos, dois deles em estado grave e um deles, uma criança de 10 anos, e não estaria a contactar de novo V. Exa. nesta fase”, refere o mesmo documento. “Ademais a intensidade de circulação automóvel naquela via e a perigosidade da mesma determina que não se possa esperar, eventualmente, mais dois anos pela resolução da situação”, frisa Pedro Ferreira à IP.

“Impõem-se, pois, medidas imediatas, mesmo que temporárias”, salienta. “Semáforos, lombas, rotundas provisórias?”, sugere. “Com efeito, não se pode, nem se deve, continuar a assistir a acidentes graves, sem nada se fazer até que projeto e obra se concretizem”.

Pedro Ferreira termina o documento a apelar a medidas imediatas sobre o tema.

Cláudia Gameiro, 32 anos, há nove a tentar entender o mundo com o olhar de jornalista. Navegando entre dois distritos, sempre com Fátima no horizonte, à descoberta de novos lugares. Não lhe peçam que fale, desenrasca-se melhor na escrita

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