Apoie o jornalismo que fazemos,
junte-se à nossa Comunidade de Leitores

- Publicidade -
Quinta-feira, Maio 13, 2021

Apoie o jornalismo que fazemos, junte-se à nossa Comunidade de Leitores

- Publicidade -

Torres Novas | Município mantém política fiscal em 2020

A Assembleia Municipal de Torres Novas, que reuniu em sessão extraordinária no dia 21, aprovou a política fiscal do município para 2020 mantendo os mesmos valores praticados em 2019.

- Publicidade -

Conforme proposto e aprovado na reunião camarária de 1 de outubro, foi decidida a manutenção da taxa de Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) em 0,38%.  Foi igualmente aprovada e confirmada pela Assembleia a majoração (triplo) da taxa aplicável aos prédios em ruínas, bem como a redução do IMI para famílias com dependentes.

No que respeita à participação variável no Imposto sobre o Rendimento de Pessoas (IRS) – a receber em 2021 – mantém-se nos 5%. A Derrama mantém-se na taxa de 1,5% a aplicar em 2020, bem como a derrama reduzida de 0,01% a aplicar aos sujeitos passivos com volume de negócios que não ultrapasse os 150 mil euros. Por fim, a Taxa Municipal de Direitos de Passagem (TMDP) mantém-se nos 0,25%.

- Publicidade -

Na sessão da Assembleia o deputado António Gomes (BE) alertou para algumas falhas nos documentos que acabaram por ser corrigidas. A sua bancada apresentou uma proposta de 0.33% para o IMI, justificando com contas de receitas e despesas.

Mais contundente foi o deputado Nuno Guedelha (CDU) que se manifestou contra a proposta da Câmara classificando a gestão como “má”. Propôs uma taxa de 0.30%, que acabou por ser chumbada. O mesmo aconteceu à proposta do BE (0,33%).

Vários eleitos do PS intervieram em defesa da proposta da Câmara, que mereceu a concordância da bancada do PSD.

O presidente da Câmara, Pedro Ferreira (PS), justificou a necessidade das taxas por uma questão de sustentabilidade, ou seja, para haver investimentos tem de haver receitas. Lembra que a taxa máxima é 0,45% e realça as sucessivas isenções às coletividades e os preços dos TUT que são deficitários. “Não pode haver sol na eira e chuva no nabal”, defendeu.

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

- Publicidade -
- Publicidade -

COMENTÁRIOS

Please enter your comment!
O seu nome