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Segunda-feira, Julho 26, 2021

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Torres Novas: Morreu Francisco Lopes, histórico da CDU do Paço

Membro conhecido da CDU de Torres Novas pela Vila do Paço, atual freguesia de Olaia e Paço, Francisco Luís Lopes morreu esta terça-feira, dia 16 de fevereiro, aparentemente de um acidente cardiovascular. Tinha 66 anos e estava reformado há cerca de um mês, tendo trabalhado parte da vida como técnico de telecomunicações para a Portugal Telecom.

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O funeral católico realiza-se quarta-feira, dia 17, pelas 15 horas, na Igreja do Paço, com uma pequena menção, a pedido da família, da sua ligação ao Partido Comunista português.

A notícia do falecimento foi recebida com bastante surpresa pelos militantes da CDU de Torres Novas, que o tinham como bem de saúde. “Do ponto de vista autárquico era um militante ativo”, comentou ao mediotejo.net Ramiro Silva, consultor do grupo parlamentar do PCP e membro da assembleia municipal torrejana.

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Uma “pessoa sempre dedicada à sua terra”, lembrou, frisando o trabalho que desenvolveu ao longo dos anos pela extinta freguesia do Paço, onde ia prestar serviços duas vezes por semanas, uma vez que a junta não tinha funcionário. Por duas vezes quase venceu as eleições autárquicas, tendo perdido a presidência por 7 e 14 votos. Foi sempre cabeça de lista pela CDU do Paço, estando inscrito no Partido Comunista há muitos anos, embora Ramiro Silva não saiba especificar quantos. Atualmente tinha assento na assembleia de freguesia de Olaia e Paço.

Conhecido na terra por “Chico da Caséla”, tocava gaita-de-beiços e acordeão. A pedido da família – que afirma ter Francisco Lopes manifestado essa vontade – será colocada uma bandeira do Partido Comunista no caixão, apesar do funeral ser religioso.  O que “já significa que o Partido não era só uma questão de ser sócio”, sublinha a este respeito Ramiro Silva, explicando que tal tributo não é muito comum neste tipo de cerimónias.

Cláudia Gameiro, 32 anos, há nove a tentar entender o mundo com o olhar de jornalista. Navegando entre dois distritos, sempre com Fátima no horizonte, à descoberta de novos lugares. Não lhe peçam que fale, desenrasca-se melhor na escrita

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