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Domingo, Dezembro 5, 2021
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Torres Novas | Morreu arquiteto Luiz Vassalo Rosa

Morreu esta quinta-feira, 7 de junho, aos 83 anos, o arquiteto Luiz Vassalo Rosa, conhecido a nível nacional pelo plano de urbanização da Expo 98. O urbanista tinha raízes familiares e profissionais em Torres Novas, tendo-se envolvido em vários projetos na cidade ao longo dos anos.

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A notícia foi tornada pública pela Associação Portuguesa de Urbanistas, da qual foi fundador. Luiz Vassalo Rosa licenciou-se em Arquitectura e Urbanismo pela Escola Superior de Belas Artes de Lisboa em 1958, tendo sido assessor da Secretaria de Estado da Habitação e vogal da Comissão Administrativa da Câmara Municipal de Lisboa após o 25 de Abril. Ao longo da sua carreira venceu vários prémios de urbanismo. 

A Associação de Defesa do Património de Torres Novas (ADPTN) reagiu na sua página de facebook ao desaparecimento do arquiteto, que participou como orador em atividades da associação. Recorda assim que o seu primeiro projeto de arquitetura foi o Jardim Escola João de Deus de Torres Novas, em 1957, tendo desenvolvido vários projetos, entre 1960 e 1974, para a Santa Casa da Misericórdia de Torres Novas.

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A partir de 1974 colaborou com a Câmara Municipal de Torres Novas (CMTN) “na elaboração dos Planos de Urbanização e de Pormenor de Torres Novas e Riachos, do PDM de Torres Novas e na constituição do Departamento de Urbanismo da CMTN. Cessa a sua colaboração em 1993 quando assume a direção e coordenação dos PU e PP´s da Zona de Intervenção da EXPO 98”.

“Responsável pelo planeamento da cidade e do concelho de Torres Novas, Vassalo Rosa sempre demonstrou um enorme conhecimento e carinho pelo nosso território, tendo-lhe dedicado muito do seu trabalho”, afirma a associação. “Perdurará aquilo que nos ensinou e a ADPTN tudo fará por manter viva a ética e o respeito que sempre pautou a sua presença e discurso”.

O corpo de Luiz Vassalo Rosa vai estar em câmara ardente este sábado, dia 9, a partir das 17h00, na Igreja Santo Condestável, em Campo de Ourique, Lisboa. As exéquias fúnebres são celebradas domingo, dia 10, no Cemitério dos Olivais.

Cláudia Gameiro, 32 anos, há nove a tentar entender o mundo com o olhar de jornalista. Navegando entre dois distritos, sempre com Fátima no horizonte, à descoberta de novos lugares. Não lhe peçam que fale, desenrasca-se melhor na escrita

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