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Sábado, Novembro 27, 2021

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Torres Novas | Meia Via pede ajuda para contratar funcionários

A presidente da junta de Meia Via, Lígia Santos, foi à reunião camarária de Torres Novas de 22 de novembro, terça-feira, pedir ajuda para resolver o problema frequente de falta de pessoal de que sobre a autarquia. Não há dinheiro para contratar os dois funcionários a tempo inteiro necessários, um em particular que se ocupasse apenas do serviço administrativo, e os constantes estágios, part-times e protocolos com o IEFP têm trazido vários problemas ao funcionamento daquela junta.

É um problema “estrutural”, conforme constataria a vereadora da CDU Ana Filipa Rodrigues. Criada em 2001, a junta de freguesia de Meia Via nunca abriu um quadro de pessoal, uma vez que também nunca conseguiu ter dinheiro que permitisse contratar. O problema tem sido resolvido ano a ano com a ajuda do IEFP, estágios ou trabalhos em part-time, que acabam por criar mais problemas que soluções ao funcionamento da autarquia. “Nunca se consegue ter segurança no trabalho que se faz”, constatou Lígia Santos, explicando que quando o funcionário está apto a trabalhar tem que se ir embora.

Apesar de serem necessários dois funcionários, o grande problema é sobretudo com o trabalho administrativo e de arquivo. A última funcionária conseguiu uma melhor colocação e vai-se embora. “Estamos numa situação de sufoco. Como é que vamos fazer a partir de 1 de janeiro. Fechamos a junta?”, questionou Lígia Santos.

O presidente da Câmara, Pedro Ferreira, lembrou a história da criação da junta de Meia Via, constatando na época “ninguém supunha” que a freguesia viria a encontrar-se naquela situação. O tema gerou algum debate, chegando-se a sugerir uma delegação de competências através de serviços já afetos ao município, caso a legislação o permita. A vereadora Helena Pinto (BE) chegaria a aconselhar “prudência” em torno desta solução.

O tema ficou de ser analisado, a fim de se encontrar uma alternativa para a junta de freguesia de Meia Via. O problema é único entre as 10 freguesias de Torres Novas.

Cláudia Gameiro, 32 anos, há nove a tentar entender o mundo com o olhar de jornalista. Navegando entre dois distritos, sempre com Fátima no horizonte, à descoberta de novos lugares. Não lhe peçam que fale, desenrasca-se melhor na escrita

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