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Domingo, Agosto 1, 2021

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Torres Novas | Masofi homenageado por companheiros na Casa do Povo de Riachos

O multifacetado artista Masofi (Manuel de Sousa Filipe) é homenageado na Casa do Povo de Riachos entre os dias 22 e 25 de novembro com a iniciativa “Olá Companheiros”, organizada pela associação Paralelo 39. O programa de quatro dias junta momentos de teatro, música, literatura, dança, conversas e cinema associados ao riachense falecido em novembro do ano passado e acompanhados em permanência por obras de pintura e escultura.

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Os horários apresentados oficialmente são certos, mas os partilhados na página de facebook da Paralelo 39, associação organizadora, são singulares e convenientes para quem tem dificuldade em chegar à hora certa, começando pela inauguração da exposição “Retro Expo Masofi”, que reúne 42 trabalhos do artista, marcada para alguns minutos depois das 16h00.

O espaço é partilhado nos quatro dias do evento com criações de Carlos Antunes, Célia Barroca, Gomes Pereira, José Coêlho, Luís Mota, Nuno Filipe, Rosa Pamole, Violant e Zé Gonho e, a partir das 21h31 de dia 22, com os filmes vencedores do PLANOS – Festival Internacional de Curtas-Metragens, promovido pela produtora Tripé em Tomar, e ao qual a Paralelo 39 se associou em 2017.

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“Borboleta”, de Masofi. Foto: Paralelo 39

A expressão “Olá Companheiros”, utilizada pelo artista, continua presente na sexta-feira, dia 23, durante as atuações de Luís Correia, Siul Sotnas e Gonçalo Sousa, às 21h31, e a exibição da curta-metragem de ficção científica “A Última Tela”, realizada por Manuel Saguim e Domingos Dias Santos baseados no livro de António Espadarte, às 22h14.

O fim-de-semana chega entretanto e as propostas de sábado começam às 18h01 com a apresentação do livro “Noite Vestida de Estrelas”, de Joel Fernandes Daniel. A noite promete ser longa e inclui dança, teatro e música depois do jantar e conversas sobre Masofi na hora da ceia. Para as 21h31 estão marcadas a performance de Marta Tomé e a apresentação da peça teatral “A Cadeira”, escrita pelo artista.

Célia Barroca. Foto: DR

O espetáculo estreado em 1996 é levado a cena cerca de duas décadas depois pelo TER – Teatro Experimental de Riachos e tem encenação de Célia Barroca, a fadista que passa a ocupar o palco às 22h22 num concerto marcado pelos temas do recente projeto “Indifado”. A este horário está também associada a atuação do Rancho Folclórico “Os Camponeses” de Riachos.

O sábado não termina por aqui e para as 23h12 estão agendadas conversas em que se partilham “Histórias de Masofi”. Finda a troca de memórias sobre a vida e obra de Manuel de Sousa Filipe é tempo de ir até casa (ou não) com regresso marcado à Casa do Povo de Riachos no dia seguinte, domingo, onde Pedro Barroso atua às 17h31.

A tarde continua, às 18h02, com o momento em que se vai “Ler Masofi” e recordar a sua poesia. Quatro minutos antes das 19h00 o programa encerra com um “Até já Companheiros”, no qual as despedidas são feitas entre petiscos levados pelo público para o momento de convívio em que se fala sobre os dias anteriores e se expressa a vontade de que se repitam em nova edição do evento.

Nasceu em Vila Nova da Barquinha, fez os primeiros trabalhos jornalísticos antes de poder votar e nunca perdeu o gosto de escrever sobre a atualidade. Regressou ao Médio Tejo após uma década de vida em Lisboa. Gosta de ler, de conversas estimulantes (daquelas que duram noite dentro), de saborear paisagens e silêncios e do sorriso da filha quando acorda. Não gosta de palavras ocas, saltos altos e atestados de burrice.

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