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Sexta-feira, Setembro 24, 2021

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Médio Tejo: Mais de 600 alunos mostram projetos na Feira EMPRE 2016 em Torres Novas

A Praça das Claras em Torres Novas recebe, durante a tarde desta quarta-feira, 25 de maio, a Feira EMPRE, a qual se insere na iniciativa “Médio Tejo – Vive o Empreendedorismo”, dinamizada pela Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo.

A feira está incluída no projeto EMPRE – Empresários na Escola, que pretende promover o empreendedorismo jovem. Desenvolvido pelo TAGUSVALLEY – Tecnopolo do Vale do Tejo com o apoio da CIM do Médio Tejo, este projeto tem como objetivo despertar o interesse dos estudantes para o desenvolvimento de projetos sustentáveis e que potenciem a criação de emprego.

A feira abre às 14h30 com a exibição dos vários artigos e serviços criados pelos alunos. Ao longo da tarde decorreram ainda outras iniciativas, como: “Cria o teu jogo em 15 minutos”, dinamizado pelo TAGUSVALLEY Dojo; um workshop relativo a empreendedorismo, promovido pelo TAGUSVALLEY; “Dá asas à tua ideia”, baseado na metodologia CANVAS, onde qualquer pessoa pode estruturar a sua ideia.

cartaz EMPREA edição deste ano do projeto EMPRE conta com a participação de 600 alunos, 31 professores e 13 escolas, as quais desenvolveram no total 27 projetos. Alunos do 5º ao 9º ano trabalharam em grupo para criar e planear uma empresa, desde a criação de uma identidade corporativa, ao estudo de mercado, à definição de gamas de produtos e à gestão tanto de fornecedores como de clientes.

Durante o ano letivo, foi pedido aos alunos que seguissem todos os passos de uma empresa real, tendo tido de tomar várias decisões com o apoio dos professores e do técnico do TAGUSVAlLEY. A metodologia seguida pretende que os alunos desenvolvam aptidões relacionadas com a responsabilidade, comunicação, gestão de conflitos e organização, entre outras.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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