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Quinta-feira, Janeiro 20, 2022
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Torres Novas | Maior serviço de diálise da região de Lisboa carece de recursos humanos

Apesar de bem equipado e ser o segundo maior programa de hemodiálise de doentes renais crónicos a nível público e a maior unidade de diálise da região de Lisboa e Vale do Tejo, o serviço de Nefrologia do Hospital de Torres Novas continua a carecer de recursos humanos. A queixa é deixada pela diretora do serviço, Ana Vila Lobos, que continua à espera que se abra o concurso de colocação de especialistas.

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A presidente da  Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARS-LVT), Rosa Valente Matos, esteve no Hospital de Torres Novas na quarta-feira, 4 de outubro, tendo aproveitado a ocasião para visitar o novo espaço do Serviço de Nefrologia, que viu recentemente alargado o seu âmbito de referenciação. No âmbito da visita, Ana Vila Lobos falou aos jornalistas, referindo que apesar do serviço se encontrar equilibrado em termos de logística de equipamentos, “sobretudo na parte de hemodiálise”, são sentidas ainda carências ao nível de médicos, enfermeiros e mesmo assistentes operacionais.

“Com mais dois médicos já conseguíamos garantir as 24 horas”, explicou a responsável ao mediotejo.net. Neste momento, esta urgência só está disponível seis dias por semana das 8h00 às 23h30 e ao domingo das 8h00 às 20h00. Mais médicos iriam permitir ter profissionais para cobrir o turno da noite, explicou Ana Vila Lobos. Mas apesar do exame de especialidade já ter ocorrido há largos meses, ainda não foi aberto o concurso para colocação dos novos especialistas.

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O Serviço de Nefrologia do Hospital de Torres Novas possui o segundo maior programa de hemodiálise de doentes renais crónicos a nível público e a maior unidade de diálise da região de Lisboa e Vale do Tejo. Realiza 4 mil consultas por ano, acompanha 75 doentes renais crónicos que estão em suas casas, 30 doentes em diálise peritoneal e realizam mais de 12 mil sessões de hemodiálise por ano. Para ascender ao primeiro lugar a nível nacional, explicou Ana Vila Lobos, era preciso aumentar os recursos humanos.

 

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Cláudia Gameiro, 32 anos, há nove a tentar entender o mundo com o olhar de jornalista. Navegando entre dois distritos, sempre com Fátima no horizonte, à descoberta de novos lugares. Não lhe peçam que fale, desenrasca-se melhor na escrita

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